Conto erótico: Chubby girls e o toque que acende o desejo

Conto erótico: Chubby girls e o toque que acende o desejo

A luz dourada do final da tarde filtrava pelas cortinas, desenhando sombras suaves sobre a pele de Clara. Ela estava deitada na cama, o corpo macio e generoso envolto em um vestido de seda que mal conseguia conter suas curvas.

O tecido escorregava entre os dedos enquanto ela brincava com a barra, deixando à mostra um pedaço de coxa que brilhava com o suor do calor. Não era só o verão que a fazia arder.

Eu a observava da porta, imóvel, enquanto o cheiro de baunilha e algo mais íntimo, mais seu, enchia o ar. Clara tinha aquele jeito de quem sabia o poder que suas formas exerciam. Não era só o peso dos seios pressionando o decote, nem a maneira como a cintura se estreitava antes de explodir em quadris largos, convite aberto para mãos ávidas.

Era a confiança. A forma como ela se movia, lenta, como se cada gesto fosse um convite para ser desvendada.

— Você vai ficar aí o dia todo? — Sua voz era mel, grossa, com um tom de provocação que me fez dar um passo adiante.

— Não sei se aguento esperar — respondi, a garganta seca. O som da risada dela, baixa e rouca, foi como um toque.

Ela se levantou, o vestido deslizando pelos ombros até cair no chão. Ficou só de calcinha, a pele pálida contrastando com a renda preta. Os seios pesados balançaram levemente com o movimento, os mamilos já duros, pedindo atenção. Meus dedos coçavam para sentir o peso deles, para traçar o caminho até o umbigo fundo, até a linha escura que desaparecia sob a calcinha.

— Venha aqui, então — ordenou, e eu obedeci.

O primeiro toque foi elétrico. Minhas mãos afundaram em suas coxas, a carne macia cedendo sob meus dedos enquanto eu a puxava contra mim. Ela gemeu quando minha boca encontrou seu pescoço, a língua traçando um caminho até o lóbulo da orelha. Clara cheirava a desejo, a algo doce e salgado ao mesmo tempo, e eu queria provar tudo.

— Você gosta de me ver assim? — sussurrou, arqueando as costas para oferecer mais.

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— Adoro — confessei, os lábios contra sua clavícula. — Adoro como você estremece quando eu toco aqui.

Meus dedos deslizaram sob a calcinha, encontrando o calor úmido entre suas pernas. Ela estava pronta, inchada, e o gemido que escapou de sua boca quando circulei seu clitóris foi quase minha ruína. Clara segurou meus cabelos, puxando com uma força que doía, mas que só me deixou mais duro.

— Mais — exigiu, e eu não tinha intenção de negar.

Empurrei a calcinha para o lado e me ajoelhei, a boca substituindo os dedos. O gosto dela explodiu em minha língua, intenso, e o som que ela fez, algo entre um soluço e um grito, me encheu de orgulho. Suas mãos se fecharam nos lençóis, os quadris se movendo em círculos desesperados contra meu rosto.

— Não para — implorou, a voz quebrada.

E eu não parei. Não até que seus músculos se contraíssem, não até que ela gozasse com meu nome nos lábios, as coxas tremendo ao redor da minha cabeça. Só então me levantei, os lábios brilhantes, e a beijei com a mesma intensidade com que a havia devorado.

Clara me olhou, os olhos escuros e pesados de prazer.

— Agora é sua vez — disse, empurrando-me para a cama.

E eu deixei. Porque com ela, sempre era.

Conto erótico enviado por Renatinha chubby girls.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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