
Conto erótico: Noite dos pecadores

A música pulsava em minhas têmporas, uma batida eletrizante que parecia comandar o movimento dos corpos na pista de dança. Meu vestido de seda colava na pele, revelando cada curva que a luz baixa e avermelhada do clube destacava.
Foi então que o vi. Parado no balcão, um copo dourado entre os dedos longos e elegantes, seus olhos me encontraram no meio da multidão. Um sorriso lento, quase predatório, surgiu em seus lábios, e soube que a noite seria nossa.
Ele se aproximou com uma confiança que era quase um desafio. "Você dança como se não houvesse amanhã", sussurrou ao meu ouvido, sua voz um grave rouco que fez meus joelhos fraquejarem. "Talvez não haja", respondi, virando-me para encará-lo.
A química entre nós era palpável, uma faísca no ar denso do local. Sem mais palavras, ele pegou minha mão e me guiou para fora, para a noite fresca da cidade.
A viagem de táxi até seu apartamento foi um silêncio carregado de expectativa. Suas mãos não paravam de explorar minhas coxas, subindo pela lateral do meu vestido, enquanto meus dedos traçavam linhas em seu peito. Cada toque era uma promessa, cada respiração ofegante um convite.
A porta do elevador se abriu e ele me pressionou contra a parede fria, seus lábios finalmente encontrando os meus numa beijo faminto, possessivo. Sua língua dominou a minha, e eu respondi com a mesma fúria, minhas unhas afundando em seus ombros.
Dentro de seu apartamento, ele não me deu tempo de olhar ao redor. O vestido de seda foi o primeiro a cair, uma poça de tecido no chão escuro. Seus olhos devoraram meu corpo nu, a admiração clara em seu olhar. "Perfeição", murmurou antes de me carregar nos braços até o quarto.
A penumbra era apenas quebrada pela luz da lua que entrava pela janela ampla, iluminando a cama grande e desarrumada.
Conto erótico: O Trovão da PaixãoEle me deitou suavemente, seus láhos percorrendo meu pescoço, descendo pela clavícula até encontrar meus seios. Sua boca era quente e habilidosa, sugando e mordiscando meus mamilos até que eu gemesse, arqueando as costas em busca de mais.
Suas mãos percorriam meu corpo, explorando cada centímetro, acendendo um fogo em minha barriga que se espalhava por todas as minhas veias. Eu o desejava com uma intensidade que me assustava, uma necessidade animal de senti-lo dentro de mim.
Quando seus dedos finalmente encontraram meu centro molhado, eu gritei. Ele brincou comigo, movendo-se lentamente, me levando ao limite antes de recuar, me deixando suspensa em um limbo de prazer agudo. "Por favor", eu supliquei, minha voz rouca de desejo.
Ele sorriu, um brilho de vitória nos olhos, antes de se posicionar entre minhas pernas. A entrada dele foi lenta, deliberada, me preenchendo completamente. Eu fechei os olhos, perdendo-me na sensação de estar tão cheia, tão unida a ele.
O ritmo começou suave, uma dança antiga que conhecíamos sem nunca ter aprendido. Cada movimento era mais profundo, mais intenso. Seus quadros bateram contra os meus, a fricção me levando para mais perto do abismo. Eu o envolvi com as pernas, puxando-o para mais perto, querendo mais, tudo.
Meus gemidos preencheram o quarto, misturados com os dele, uma sinfonia de pecado e prazer. A onda começou a se formar, um tsunami de sensações que me arrastou consigo. Eu gritei seu nome quando o orgasmo me atingiu, meu corpo tremendo sob o dele.
Ele continuou, me levando para outra onda, mais forte que a primeira. Quando ele finalmente alcançou seu clímax, seu rosto se contorceu em um êxtase doloroso, e eu senti seu calor me preencher. Ficamos entrelaçados, ofegantes, nossos corpos suados e satisfeitos. A noite estava apenas começando, e eu sabia que teríamos muitos outros pecados para cometer antes do amanhecer.
Conto erótico enviado por Marcos e Clara.
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Conto erótico: Noites de New York e o sabor do desejo proibidoEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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