
Conto erótico: A prima sem vergonha que me dominou

O apartamento estava silencioso, o que era raro. Eu aproveitava a noite sozinho, vestindo apenas um shorts velho, quando a campainha tocou. Atendi pelo interfone sem imaginar quem seria.
"Oi, primo. Posso subir?"
Era a voz melódica e um pouco rouca de Sofia. Minha prima, que eu não via há dois anos. Ela estava na cidade a trabalho e, aparentemente, decidiu me fazer uma visita surpresa.
Quando abri a porta, o ar saiu dos meus pulmões. Ela não era mais a garota que eu lembrava. Usava um vestido preto justíssimo que terminava no meio das coxas, destacando cada curva. Seus cabelos castanhos estavam soltos sobre os ombros, e seus olhos verdes me scanearam com uma ousadia que me deixou instantaneamente alerta.
"Então, você não mudou nada," ela disse, passando por mim e deixando um rastro de um perfume amadeirado e doce. "Ainda tem aquele ar de garoto comportado."
Eu ri, fechando a porta, sentindo-me absurdamente despreparado. "E você... mudou bastante."
Ela se virou, um sorriso lento e provocante nos lábios. "Para melhor, espero."
Sentamos no sofá, e a conversa fluiu entre lembranças de família e as novidades da vida. Mas havia uma tensão elétrica no ar, um jogo de olhares que durava um segundo a mais do que deveria. Ela se recostou, e a barra do vestido subiu ainda mais, revelando a renda preta de uma calcinha. Meu coração acelerou.
De repente, ela inclinou-se para pegar a taça de vinho na mesa, e seu seio roçou no meu braço. O toque foi breve, mas intencional. Eu a olhei, e ela não desviou o olhar.
"Cansada de ser bonzinho, primo?" ela sussurrou, sua voz uma carícia baixa.
Foi como se um interruptor tivesse sido acionado. Toda a cautela, todo o "isso é errado" desapareceu, substituído por um desejo puro e cru.
"Já passei da fase de ser bonzinho, Sofia," respondi, minha voz mais grave.
O sorriso dela se alargou. Ela se moveu com uma grafa felina, subindo no meu colo de uma vez, suas coxas apertando meus quadris. O calor do seu corpo através do tecido fino era uma tortura deliciosa.
"Finalmente," ela respirou, antes de fechar a distância e capturar meus lábios com os dela.
O beijo não foi tímido. Foi uma afirmação de fome, línguas se entrelaçando numa dança úmida e familiar, como se sempre tivéssemos pertencido um ao outro. Minhas mãos encontraram a curva da sua cintura, puxando-a mais perto contra mim.
Eu já estava duro como pedra sob ela, e ela esfregou-se no meu volume, um gemido baixo escapando de sua garganta.
"Esse vestido está atrapalhando," ela murmurou contra minha boca.
Conto erótico: O preço da ousadia da minha vizinhaCom gestos urgentes, ajudei-a a puxar o vestido por cima da cabeça. Ela ficou apenas de lingerie preta, e a visão foi de tirar o fôlego. Seus seios eram perfeitos, cheios e firmes, contidos precariamente pela renda do sutiã.
"Você é linda," disse, minha voz rouca de admiração.
"Mostre-me o quanto você me quer," ela ordenou, deitando-se de costas no sofá e puxando-me sobre ela.
Desabei sobre seu corpo, minha boca encontrando a pele macia do seu pescoço, depois descendo para a vala entre seus seios. Desfiz o sutiã e, finalmente, levei um mamilo duro à boca. Ela arqueou as costas, um grito abafado saindo de seus lábios quando chupei e lambi, dedicando a mesma atenção ao outro.
Minha mão deslizou pela sua barriga, passou pela renda da calcinha e encontrou o centro molhado e quente dela. Ela estava encharcada. Meus dedos deslizaram por seus lábios inchados, encontrando seu clitóris com uma pressão firme.
"Sim... assim," ela gemeu, seus quadris acompanhando o movimento dos meus dedos. "Para de brincar, me come. Agora."
A ordem direta me incendiou. Ajudei-a a tirar a calcinha, e eu rapidamente me livrei do meu shorts. Ele me guiou para dentro dela, e quando entrei, foi uma sensação de casa. Ela era quente, apertada e perfeitamente receptiva. Um gemido gutural saiu de nós dois quando me encaixei completamente.
O ritmo começou lento, profundo, cada investida uma descoberta. Mas a intensidade cresceu rapidamente. Ela envolveu suas pernas around minha cintura, puxando-me mais fundo, seus dedos cavando nas minhas costas.
"Mais forte," ela suplicou, seus olhos vidrados de prazer.
Obedeci, aumentando o ritmo, minhas coxas batendo contra as dela. O som da nossa pele se encontrando encheu a sala, acompanhado pelos nossos gemidos e ofegos. Ela era selvagem, livre, gritando meu nome sem qualquer vergonha. Ver e ouvir seu prazer desinibido era o maior afrodisíaco que eu já experimentara.
Eu senti a tensão crescendo na minha base, uma onda prestes a quebrar. "Sofia, eu vou..."
"Junto comigo," ela gritou, seu corpo arqueando violentamente sob o meu.
Seu interior pulsou ao redor de mim, um aperto ritmado e irresistível que me levou ao limite. Com um rugido, eu me entreguei, jorrando dentro dela enquanto ela ainda tremia com os espasmos do seu próprio orgasmo.
Desabei sobre ela, ofegante, nosso suor se misturando. Ficamos assim por um longo minuto, o único som na sala era nossa respiração pesada aos poucos se acalmando.
Ela finalmente soltou uma risada baixa e satisfeita, acariciando meu cabelo.
"E eu que pensei que a noite seria entediante," ela sussurrou.
Eu me virei, deitando ao seu lado e puxando-a contra meu corpo. Olhei para aquela mulher incrível, minha prima, e soube que aquela noite era apenas o começo. A "prima sem vergonha" tinha me dominado completamente, e eu não poderia estar mais feliz por isso.
Conto erótico: O preço da ousadia da minha vizinha
Conto erótico: Os segredos que as mãos desvendamConto erótico enviado por Rafael.
Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
Conto erótico: A prima sem vergonha que me dominou
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