Conto erótico: Gays mais íntimos e excitantes que você já leu!

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A primeira vez que vi Daniel, soube que aquele olhar não mentia. Era tarde em um bar de São Paulo, aquele tipo de lugar onde a luz amarela filtra os segredos e os corpos se movem com uma intenção que não precisa de palavras.

Ele estava encostado no balcão, os dedos brincando com o copo de uísque, a camisa branca justa demais para esconder a definição dos músculos por baixo. Quando nossos olhares se cruzaram, não houve dúvida: a noite não terminaria ali.

Eu me aproximei sem pressa, sentindo o cheiro de colônia cara misturado ao suor que já começava a se formar na nuca. Ele não se virou, mas sorriu antes mesmo que eu dissesse algo.

— Você sempre olha assim para estranhos? Sua voz era grave, quase um rosnado, e o som vibrou direto na minha virilha.

— Só quando eles valem a pena. Respondi, encostando meu cotovelo no balcão, perto o suficiente para que nossos braços se roçassem.

Foi só um toque, mas suficiente para acender algo entre nós. A tensão era espessa, quase palpável, como o ar antes de uma tempestade. Ele se virou então, os olhos escuros fixos nos meus, e eu vi a hesitação se dissolver em puro desejo.

— Vamos embora daqui. Não era um pedido.

O apartamento dele ficava a dez minutos de carro, mas cada segundo dentro daquele táxi parecia uma eternidade. Nossas mãos se encontraram no banco de trás, dedos entrelaçados, apertando com uma urgência que não dava para disfarçar.

Quando a porta se fechou atrás de nós, não houve mais espaço para jogos. Daniel me empurrou contra a parede, a boca colada à minha, os lábios quentes e exigentes. Suas mãos desceram pelo meu peito, arrancando botões da camisa, e eu senti o ar frio no peito nu, contrastando com o calor da pele dele pressionada contra a minha.

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— Você é ainda mais gostoso do que eu imaginava. Sua respiração estava ofegante, os dentes mordiscando meu lábio inferior antes de descer pelo pescoço.

Não respondi com palavras. Em vez disso, virei a mesa, empurrando-o em direção ao sofá. Ele caiu sentado, os olhos brilhando de excitação enquanto eu me ajoelhava na frente dele, mãos ágeis desabotoando a calça, revelando o que já estava duro e pulsante.

O gemido que escapou da garganta dele quando minha boca o envolveu foi o som mais erótico que já ouvi.

— Caralho, assim… não vou durar. Suas mãos se enterraram no meu cabelo, guiando o ritmo, mas eu não tinha pressa.

Queria saborear cada segundo, cada tremor, cada suspiro rouco que arrancava dele. Quando não aguentou mais, me puxou para cima, a boca colada à minha novamente, as línguas se enlaçando em um beijo que era mais uma promessa do que um fim.

Nossos corpos se moveram juntos, pele contra pele, suor misturando nossos cheiros, até que não houvesse mais espaço entre nós.

O orgasmo veio como uma onda, arrancando gemidos de ambos, corpos tremendo em sincronia. Quando caímos no sofá, ofegantes, Daniel virou a cabeça para mim, um sorriso preguiçoso nos lábios.

— Acho que você vai ter que ficar a noite toda.

E eu não tinha nenhuma intenção de ir embora.

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Conto erótico enviado por Rafael, 32, São Paulo.

Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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