
Conto erótico: A entrega entre quatro paredes e o prazer sem limites

A chuva batia suave nas janelas do apartamento no centro de São Paulo, criando um ritmo hipnótico que combinava com o calor úmido da noite.
Eu estava deitado na cama, o lençol levemente desarrumado, quando ouvi a chave girar na fechadura. Não precisei olhar para saber quem era. O cheiro de colônia cítrica e o som dos passos firmes de Lucas já me faziam arrepiar a pele antes mesmo que ele cruzasse a porta do quarto.
Ele entrou com a camisa social desabotoada, os músculos definidos do peito brilhando sob a luz amarela do abajur. Seus olhos, escuros e intensos, encontraram os meus num olhar que dispensava palavras. Sabíamos o que queríamos. Não havia pressa, mas também não havia espaço para hesitação.
— Você começou sem mim? — Sua voz era rouca, carregada de uma promessa que me fez morder o lábio inferior.
— Só estava esquecendo como é bom esperar — respondi, levantando-me devagar, deixando o lençol escorregar pelo corpo nu.
Lucas sorriu, um sorriso lento e perigoso, enquanto largava a pasta no chão e avançava na minha direção. O toque de seus dedos no meu ombro foi elétrico, descendo pela coluna como uma trilha de fogo. Eu respirava fundo, sentindo cada centímetro da minha pele acordar sob suas mãos experientes.
— Hoje não tem regras — ele sussurrou, puxando-me contra seu corpo. — Só tem a gente e o que a gente quiser.
E eu queria tudo.
Suas mãos deslizaram pela minha cintura, apertando com uma posse que me fez gemer. A boca dele encontrou a minha num beijo voraz, línguas se entrelaçando enquanto nossas respirações se misturavam. Não era apenas desejo; era uma fome antiga, um anseio que só ele conseguia saciar. Cada movimento era intencional, cada carícia um convite para mergulhar mais fundo.
Ele me empurrou contra a parede, o frio do azulejo contrastando com o calor do nosso contato. Suas coxas pressionavam as minhas, e eu sentia a dureza dele contra a minha, um lembrete de quanto nos desejávamos. As mãos de Lucas exploraram meu peito, beliscando os mamilos até que um arrepio me percorresse da nuca até os dedos dos pés.
— Você é meu — murmurou, mordiscando meu pescoço. — Hoje, amanhã, sempre.
Não respondi com palavras. Em vez disso, afundei os dedos em seus cabelos e o puxei para outro beijo, mais urgente, mais desesperado. Nossos corpos se moviam em sincronia, como se tivéssemos ensaiado aquele momento mil vezes.
Conto erótico: Gay curto, grosso e diretoMas não havia ensaio que preparasse para a sensação de seus lábios descendo pelo meu abdômen, sua língua traçando círculos lentos ao redor do umbigo antes de seguir mais abaixo.
Quando seus joelhos tocaram o chão, soube que não aguentaria por muito tempo. A antecipação era quase insuportável, cada segundo uma tortura deliciosa. Então, finalmente, senti o calor de sua boca envolvendo meu sexo, e um gemido escapou dos meus lábios, abafado pelo som da chuva lá fora.
Lucas não tinha pressa. Ele explorava cada detalhe, cada reação, como se quisesse gravar na memória o sabor da minha pele, o tremor das minhas coxas, o jeito como meus dedos se crispavam em seus ombros. Eu fechava os olhos, entregue, enquanto ondas de prazer me varriam sem piedade.
— Não pare — implorei, a voz quebrada.
Ele não parou.
Levou-me de volta à cama, desta vez com uma urgência que combinava com a minha. O peso do seu corpo sobre o meu era reconfortante, sua respiração quente no meu ouvido enquanto sussurrava coisas que só nós dois entenderíamos.
Quando finalmente nos unimos, foi com uma intensidade que roubou o fôlego. Cada movimento era uma promessa, cada gemido uma confissão.
Não havia mais eu, nem ele. Só existia aquele momento, aquele calor, aquela entrega total.
Depois, deitados lado a lado, suados e satisfeitos, Lucas traçou padrões invisíveis no meu peito com os dedos.
— A gente deveria fazer isso mais vezes — disse, e eu ri, ainda ofegante.
— A gente deveria.
A chuva continuava caindo, mas dentro daquele quarto, o mundo tinha parado. Só existia a gente, o prazer, e a certeza de que nenhuma entrega seria tão completa quanto aquela.
Conto erótico: Gay curto, grosso e direto
Conto erótico: Gay que vai te deixar louco de tesão agora!Conto erótico enviado por Rafael, 32 anos, São Paulo.
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