Conto erótico: OLHA ELAAAAA a gostosa do prédio

Conto erótico: OLHA ELAAAAA a gostosa do prédio

O elevador parou no vigésimo primeiro andar com um rangido familiar. Eu não precisava olhar para o painel para saber quem tinha pressionado o botão. O cheiro de âmbar e baunilha invadiu meu nariz antes mesmo de as portas se abrirem completamente.

Era Júlia, a mulher que todos no prédio olhavam escondido. Ela usava aquele vestido de linho branco justo que realçava as curvas perigosas do corpo dela. Os cabelos castanhos escorridos estavam úmidos, caindo sobre os ombros descobertos.

Entrei no cubículo de metal e espelho, murmurei um bom dia rouco, encostando na parede fria.

Ela sorriu, um gesto meio de canto de boca. O elevador demorava dez segundos para descer um andar. Hoje parecia uma eternidade. O ar condicionado estava no máximo. Eu vi os mamilos dela endurecerem sob o tecido fino. O clima esquentou de repente.

Júlia olhou para mim pelo reflexo do espelho, seus olhos escuros me desafiando. Eu a via passar todas as manhãs, sempre alta, poderosa, irresistível. A arquitetura do desejo, sólida e tentadora.

O aparelho deu um solavanco e parou entre os andares. As luzes piscaram. O silêncio foi absoluto, quebrado apenas pela nossa respiração. Ela virou-se lentamente, encostando as costas na porta. A luz de emergência pintou seu rosto de laranja sombrio.

Eu sabia que era agora ou nunca. A arquetipagem da donzela em perigo misturada com a fêmea fatal me disparou sinais elétricos no cérebro. Dei dois passos na direção dela, ocupando o espaço pequeno.

Parecia que o tempo havia congelado. Coloquei minha mão na cintura dela, sentindo a pele quente através do tecido. Ela não recuou. Pelo contrário, encostou a pelve na minha. Eu senti o calor emanando da região entre as pernas dela. Minha ereção ficou imediata, dura e dolorosa contra o zíper da minha calça. Nossos lábios se encontraram com fome.

Foi um beijo molhado, cheio de dentes e línguas batalhando. Eu segurei a nuca dela, aprofundando o contato. Ela gemeu baixinho, um som que ecoou nas paredes de metal.

Minha mão subiu pela coxa dela, afastando a barra do vestido. Encontrei a lingerie de renda, já úmida. Puxei o pano para o lado com urgência. Meus dedos roçaram os lábios vaginais, macios e inchados de desejo. Ela estava escorregadia, pronta. Júlia desabotoou minha calça com destreza, libertando meu pênis. O toque dela, quente e firme, me fez estremecer.

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Ela me acariciou, esfregando a glande na palma da mão.

Eu a levantei. Ela envolveu as pernas na minha cintura, seus calcanhares pressionando minhas nádegas. Empurrei ela contra a parede. Ela guia minha entrada. O pênis deslizou para dentro dela com facilidade, apertado e quente. Eu enterrei tudo, sentindo a contração dos músculos vaginais me sugando. Bati forte. O impacto fez o eco ecoar no poço do elevador.

Os gemidos dela aumentaram de volume, pornográficos e selvagens.

O cheiro de sexo tomou conta do local. Eu segurava o buttock dela com força, marcando a pele branca. O ritmo foi acelerando, desesperado. Eu olhava para os olhos dela, vidrados, perdidos no prazer. O prédio podia cair que eu não pararia. Ela mordeu meu pescoço, deixando uma marca de paixão.

A fricção estava perfeita. Eu sentia o orgasmo se aproximando como uma maré.

Vou gozar, sussurrei no ouvido dela, mordendo o lóbulo.

Eu também, amor, gemeu ela, as unhas cravadas nas minhas costas.

O clímax veio juntos. Eu ejaculei dentro dela, jorros quentes e profundos, enquanto ela se contorcia, o corpo tremendo numa onda intensa de prazer. Ficamos grudados, respirando pesado, suando profusamente. O elevador voltou a funcionar com um zumbido elétrico. A luz principal acendeu. Nosso reflexo no espelho mostrava dois seres humanos satisfeitos, sujos e vivos.

Arrumamos as roupas rápido, mas sem pressa. As portas se abriram na recepção. Saímos juntos, com aquele cheiro de sexo nos acompanhando.

Conto erótico enviado por Bruno e Larissa

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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