Conto erótico: O teste secreto

Conto erótico: O teste secreto

A sala estava quente, o ar condicionado não dava conta do calor que emanava dos nossos corpos. Juliana se sentou no sofá, as pernas cruzadas, o vestido justo realçando cada curva. Ela falava sobre o Big Brother Brasil, sobre como queria entrar na casa, ser famosa, ser desejada.

Mas eu conhecia aquele brilho nos olhos dela. Não era pela câmera. Não era pela fama.

Era por algo muito mais íntimo.

— Você acha que eu tenho perfil para o BBB? — perguntou, mordendo o lábio inferior, os dedos brincando com a barra do vestido.

Eu não respondi. Não com palavras. Aproximei-me devagar, sentando-me tão perto que nossos joelhos se tocaram. Ela não se afastou. Pelo contrário, inclinou o corpo para mim, o cheiro do perfume dela invadindo meus sentidos.

— Você não quer a casa — falei, a voz baixa, os olhos fixos nos dela. — Você quer ser observada. Quer que alguém te veja do jeito que eu te vejo agora.

Um arrepio percorreu a pele dela. Juliana não negou. Não precisava. Suas mãos subiram pelos meus braços, os dedos traçando círculos lentos, como se testasse minha paciência. Eu não ia quebrar. Não ainda.

— E como você me vê? — sussurrou, a respiração quente contra meu pescoço.

— Como uma mulher que sabe exatamente o que quer — respondi, minha mão deslizando pela coxa dela, o tecido do vestido macio debaixo dos meus dedos. — Que gosta de ser desejada. Que gosta de ser tocada.

Ela fechou os olhos por um instante, como se absorvesse cada palavra. Quando os abriu, havia um desafio neles. Um convite. Suas mãos desceram, encontrando as minhas, guiando-as para baixo do vestido. A pele dela estava quente, sedosa, e eu senti o corpo reagir instantaneamente.

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— Você passaria no teste? — perguntei, os dedos explorando, sentindo a umidade que já se formava.

— Qual teste? — respondeu, a voz trêmula, enquanto se arqueava contra minha mão.

— O teste de resistência — falei, aproximando meus lábios do ouvido dela, o hálito quente fazendo-a estremecer. — Porque eu não vou parar até você pedir.

Ela riu, um som baixo e sensual, enquanto as mãos dela trabalhavam no meu cinto. O vestido escorregou pelos ombros, caindo no chão como um suspiro. Ficou só de calcinha, os seios cheios e firmes, os mamilos duros sob meu toque.

— Eu nunca peço — disse, os dedos ágeis libertando minha excitação.

— Então vamos ver até onde você aguenta — respondi, puxando-a para meu colo, sentindo o calor do corpo dela contra o meu.

Não houve mais palavras. Só gemidos, respirações ofegantes, o som úmido de nossos corpos se encontrando. Juliana se movia com uma confiança que me deixava louco, as unhas afundando em meus ombros, os quadris acompanhando cada movimento meu.

— Você ia gostar de ser observada, não ia? — perguntei, a voz rouca, enquanto a pressionava contra a parede, as mãos explorando cada centímetro dela.

— Só por você — respondeu, os olhos brilhando com um desejo que não deixava dúvidas.

E foi assim que ela descobriu que não precisava do BBB. Porque, naquela noite, ela foi a estrela. E eu, o único espectador que importava.

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Conto erótico enviado por Marcos R.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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