Conto erótico: O jogo da confiança

Conto erótico: O jogo da confiança

A luz dourada do final da tarde entrava pela janela do meu quarto, pintando a cama de tons quentes. Eu estava deitada, o corpo nu sob o lençol de seda, enquanto Daniel — meu namorado de 34 anos, com um corpo definido e um olhar que sempre me fazia tremer — ajustava a câmera do celular.

Você tem certeza que quer fazer isso? — perguntei, sentindo o coração acelerar. A ideia de registrar aquele momento íntimo era ao mesmo tempo excitante e proibida.

Tenho. — Sua voz era baixa, sensual, enquanto se aproximava da cama. — E quero que você se sinta a mulher mais desejada do mundo.

Ele se ajoelhou na beirada do colchão, os dedos traçando uma linha lenta da minha clavícula até o umbigo. Um arrepio percorreu minha pele, e eu senti o calor se acumular entre as coxas.

Abra as pernas. — Não era um pedido.

Obedeci, sentindo o ar fresco acariciar a parte mais íntima de mim. Ele posicionou o celular, o ângulo cuidadosamente calculado para capturar cada detalhe.

Toque-se. — Sua ordem era um sussurro, mas inegociável. — Mostre como você gosta.

Meus dedos deslizaram entre as pernas, e um gemido escapou dos meus lábios ao sentir o quão molhada já estava. O som da respiração dele se tornou mais pesado, e eu podia sentir seus olhos queimando em mim.

Assim… — Ele ajustou o foco, aproximando a câmera. — Deixa eu ver tudo.

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A sensação de ser observada, de saber que aquele momento seria eternizado, só aumentava a excitação. Meus dedos circularam o clitóris, e um tremor percorreu meu corpo.

Isso. — Sua voz estava rouca. — Agora abra mais.

Obedeci, expondo-me completamente. O flash da câmera piscou, capturando cada detalhe, cada curva, cada gota de prazer que escorria por mim.

Você é linda. — Ele murmurou, enquanto o celular clicava novamente. — E toda minha.

A tensão estava insuportável. Meus dedos se moveram mais rápido, e eu senti o orgasmo se aproximando, como uma onda prestes a me engolir.

Goza pra mim. — Sua ordem foi o estopim.

O prazer explodiu dentro de mim, e eu arqueei as costas, um gemido longo escapando enquanto as pernas tremiam. Ele continuou fotografando, capturando cada segundo da minha entrega.

Perfeita. — Ele sorriu, guardando o celular e se aproximando. — Agora é minha vez de te provar.

Seus lábios encontraram os meus, e eu senti o gosto do meu próprio prazer em sua boca. Era sujo, intenso, e exatamente o que eu queria.

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Conto erótico enviado por Ana Clara M., 28 anos, São Paulo.

Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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