
Conto erótico: A arte do prazer

O restaurante estava quase vazio naquela noite chuvosa de São Paulo. Eu, Claudio, terminava meu vinho sozinho, quando ela entrou: Sofia, uma mulher de cabelos castanhos e olhos verdes, com um vestido preto que realçava cada curva do corpo.
Seu sorriso era discreto, mas os lábios pintados de vermelho prometiam algo muito além de uma conversa casual.
Ela se sentou à minha mesa sem pedir permissão, como se já soubesse que eu não iria recusar.
— Posso te fazer companhia? — perguntou, a voz suave, os dedos brincando com a haste do copo.
— Claro — respondi, sentindo o calor subir pelo pescoço.
Sofia não perdeu tempo. Pediu uma taça de vinho e, enquanto conversávamos, seus pés deslizaram pelos meus, um toque sutil, mas cheio de intenção. O jantar se transformou em flertes, olhares e risadas baixas, até que ela sugeriu:
— Que tal continuarmos isso no meu apartamento?
Não precisei pensar duas vezes.
Assim que fechamos a porta, Sofia me empurrou contra a parede, a boca colada na minha, a língua invadindo sem cerimônia. Suas mãos desceram pelo meu peito, explorando cada músculo, até chegarem à cintura. Com um movimento rápido, ajoelhou-se na minha frente, os olhos fixos nos meus enquanto desabotoava minha calça.
Conto erótico: O limite do prazer— Deixa eu te mostrar algo — sussurrou, puxando o zíper.
Quando senti seus lábios quentes envolvendo meu pênis, quase perdi o fôlego. Sofia não era apenas boa — era uma artista. A língua traçava círculos lentos, os lábios apertados, as mãos massageando com uma precisão que me deixava louco. Cada movimento era calculado, cada sucção uma tortura deliciosa.
— Meu Deus, Sofia... — gemido escapou dos meus lábios, enquanto ela intensificava o ritmo, os dedos deslizando pela base, a outra mão apertando levemente meus testículos.
Ela não parou. Alternava entre lambidas suaves e sucções profundas, como se quisesse extrair cada gota de prazer. Quando senti que não aguentava mais, tentei afastá-la, mas ela segurou minhas mãos, os olhos brilhando com determinação.
— Não ainda — murmurou, voltando a me levar à beira do êxtase.
Dessa vez, não consegui segurar. Gozar foi como uma explosão, o corpo tremendo, os dedos enterrados nos cabelos dela, enquanto ela engolia tudo, sem pressa, como se estivesse saboreando cada segundo.
Quando finalmente se levantou, o sorriso malicioso nos lábios, soube que aquela não seria a última vez.
— Acho que você vai querer repetir isso — disse, enquanto me puxava para um beijo intenso.
E eu não tinha dúvidas.
Conto erótico: O limite do prazer
Conto erótico: O desafio do prazerConto erótico enviado por R. Oliveira, 35, São Paulo.
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