Conto erótico: A mulher domme que me conquistou

Conto erótico: A mulher domme que me conquistou

Eu estava acostumado a mandar. Na sala de reuniões, no quarto, na vida. O controle era a minha armadura e a minha arma. Até encontrar Clara.

Ela não entrou na minha vida; ela a invadiu. Não com gritos ou exigências, mas com um silêncio carregado de autoridade. Nossa primeira conversa foi um duelo verbal, mas eu nunca soube exatamente quando perdi. Ela não recuava, não se intimidava. Pelo contrário, seus olhos escuros pareciam ver através da minha fachada, encontrando o homem que ansiava por ceder.

"Você gosta de estar no comando, não é, Diego?", ela perguntou, um sorriso quase imperceptível em seus lábios. "Deve ser cansador."

A pergunta me desarmou. Era uma observação, não um desafio, mas atingiu o cerne da minha fadiga.

Naquela noite, em meu apartamento, o poder mudou de mãos sem cerimônia. Ela me observou enquanto eu tirava meu casaco, seu olhar era uma ordem silenciosa para eu me ajoelhar. Eu, que nunca me ajoelharia para ninguém, senti meus joelhos fraquejarem.

"Tire a camisa", ela disse. A voz era calma, mas carregava o peso de um comando inegociável. Meus dedos, que assinavam contratos de milhões, tremiam enquanto desabotoavam a própria peça.

Ela circulou meu corpo, como uma predadora avaliando sua presa. A ponta de seus dedos roçou meu peito, meu abdômen, traçando um caminho de fogo que me deixou ofegante. Meu corpo, treinado para dominar, respondia com uma submissão vergonhosamente rápida.

"Você tem um belo corpo, Diego. É uma pena estar tão acostumado a usá-lo como uma ferramenta de poder", ela sussurrou, seus lábios perto do meu ouvido. "Hoje, ele vai ser usado para sentir."

Ela me levou para o quarto. A luz da lua era a única testemunha. Ela não se despiu. A sua roupa justa, o seu salto alto, eram símbolos da sua autoridade, e eu a desezei mais por isso.

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"Deite-se de costas. Não se mova. Não fale. Apenas sinta", ela ordenou.

Cada toque seguinte foi uma lição. As penas que ela usou para me torturar suavemente, o gelo que fez minha pele estufar, a mordida de seu dente no meu ombro que misturava dor e prazer de uma forma que eu nunca tinha imaginado. Eu estava completamente à sua mercê, e a libertação era assustadora e gloriosa.

Meu corpo ansiava por mais, por um toque mais firme, por um alívio para a tensão que ela mesma havia construído. Mas Clara ditava o ritmo. Ela me ensinou que o prazer não era uma conquista, mas uma entrega.

Quando finalmente ela se sentou sobre mim, seus olhos fixos nos meus, eu estava pronto para qualquer coisa. Ela me penetrou com o olhar antes de o fazer com o corpo. O movimento foi lento, controlado, cada centímetro uma nova rendição.

"Quem está no controle agora, Diego?", ela perguntou, a voz um sopro rouco enquanto se movia.

"Você", eu gemi, a palavra rasgada da minha garganta. "Sempre você."

Ela sorriu, uma vitória completa e total. O clímax que me atingiu não foi meu, foi nosso. Foi um terremoto que me desfez, que quebrou cada pedaço da minha armadura e me deixou nu, exposto e, pela primeira vez, verdadeiramente livre.

No silêncio que se seguiu, com a cabeça repousada no seu colo, eu compreendi. Ela não me conquistou pela força, mas me permitindo encontrar a força na minha própria submissão. Ela não me quebrou; me refabricou.

Conto erótico enviado por Isabella dominatrix.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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