Conto erótico: Primavera em chamas – A flor que desabrocha no prazer proibido

Conto erótico: Primavera em Chamas – A Flor que Desabrocha no Prazer Proibido

A brisa quente da primavera entrava pela janela entreaberta, trazendo consigo o perfume das flores de ipê que desabrochavam no jardim. Era uma tarde preguiçosa, daquelas que convidavam ao pecado.

Eu estava deitada na cama, o lençol de algodão colado à pele úmida, quando ouvi os passos dele no corredor. Não precisei virar a cabeça para saber que era Lucas — seu cheiro de madeira e café recém-feito sempre o denunciava.

Você não vai se vestir? — Sua voz, grave e rouca, quebrou o silêncio.

Eu me levantei devagar, deixei o lençol escorregar pelos ombros, revelando a pele dourada pelo sol da manhã. Os olhos dele se fixaram no movimento, escuros como a noite que antecede a tempestade.

Para quê? — perguntei, desafiadora. — Aqui só tem a gente.

Ele avançou, e o ar entre nós ficou mais denso. A distância de um suspiro. Um metro de tensão pura. Seus dedos, ásperos de tanto tocar violão, roçaram meu braço, subindo até o pescoço, onde a pulsação acelerava. Eu senti o calor da palma dele antes mesmo de ele me tocar de verdade.

Você sabe que isso é perigoso. — Sua boca quase encostou na minha orelha, o hálito quente fazendo arrepios descerem pela minha coluna.

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Justamente por isso. — Minhas mãos encontraram o cinto dele, puxando-o para perto. O tecido da camisa dele era áspero contra os meus seios, mas não importava. Nada importava além daquele momento, daquele fogo que queimava baixo e lento, pronto para consumir tudo.

Ele me empurrou contra a parede, e o impacto fez meu corpo tremer. Suas mãos, agora urgentes, exploraram cada curva, cada suspiro que escapava dos meus lábios entreabertos. A boca dele desceu pelo meu pescoço, mordiscando, sugando, enquanto eu arqueava as costas, oferecendo mais. Mais pele. Mais gemidos. Mais ele.

Você é impossível. — Sua voz era um rosnado, quase um lamento.

E você adora isso. — Minhas unhas cravaram-se nos ombros dele, marcando território.

O beijo veio como uma resposta. Selvagem. Faminto. Línguas se entrelaçando, dentes roçando, respirando um no outro. Suas mãos deslizaram pela minha cintura, apertando, possessivas, até encontrarem o elástico da minha calcinha. Um puxão seco, e o tecido caiu no chão. Ele se ajoelhou, e o primeiro toque da língua dele me fez soltar um gemido alto, descontrolado.

Shhh… — Ele sorriu contra a minha pele, sabendo exatamente o que estava fazendo. — Deixa eu ouvir só você.

E então, a primavera explodiu.

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Conto erótico enviado por Bianca sem vergonha.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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