
Conto erótico: Exposição proibida e prazer revelado

Eu sempre senti o fogo do exibicionismo correndo nas veias, um desejo ancestral de ser vista, admirada, desejada em público.
Aos 27 anos, como escritora de contos eróticos que mergulha nessas fantasias pessoalmente, compreendo o arquétipo do exibidor – aquela urgência humana por vulnerabilidade exposta, transformando olhares alheios em combustível para o êxtase. Ele desperta camadas de excitação, onde o risco amplifica cada toque.
Conheci Pedro, 31 anos, em um bar lotado, seu sorriso confiante prometendo aventuras. Alto, com tatuagens serpenteando pelos braços, ele compartilhava minha sede por ousadia. "Quero te ver se mostrar para mim, e para eles", sussurrou em nosso primeiro encontro. Consentimos tudo, regras definidas: um parque à noite, sombras como cúmplices.
O ar fresco da noite envolvia minha pele, o vestido curto balançando com cada passo. Pedro caminhava ao lado, mão na minha cintura, dedos traçando círculos leves. Bancos vazios pontuavam o caminho, luzes distantes iluminando casais dispersos.
Meu coração acelerava, umidade crescendo entre as pernas só de imaginar. "Aqui", ele disse, parando perto de uma árvore larga, escondida o suficiente, mas visível para quem passasse. Seus olhos queimavam nos meus. "Tire devagar".
Levantei a saia devagar, revelando a calcinha de renda fina, já úmida. O vento frio roçou minha intimidade exposta, arrepiando tudo. Pedro se aproximou, beijando meu pescoço, voz rouca: "Você é tão ousada, amor". Suas mãos subiram pelas coxas, polegar roçando meu clitóris por cima do tecido.
Um gemido escapou, ecoando baixo. Olhei ao redor – um homem solitário caminhava perto, olhos fixos em nós. O risco me incendiou. "Ele está olhando", sussurrei, excitada.
Pedro sorriu, deslizando a calcinha para o lado, expondo-me completamente. Seus dedos entraram devagar, um, depois dois, curvando para acertar o ponto sensível. "Molhada para o mundo ver", murmurou, acelerando o ritmo. Arqueei as costas contra a árvore, seios pressionando o vestido fino, mamilos endurecidos visíveis.
Conto erótico: Femdom – A lição da senhoraO homem parou a distância, fingindo checar o telefone, mas seu olhar devorava. Meu corpo tremia, prazer construindo como uma tempestade. "Mais", implorei, quadris se movendo contra sua mão.
Ele ajoelhou, língua quente lambendo minha entrada, sugando o clitóris com fome. O som úmido misturava-se ao vento, meus gemidos crescendo. Agarrei seus cabelos, puxando-o mais fundo. O observador se aproximou sutilmente, excitação evidente em sua postura. Pedro notou, erguendo-se para beijar minha boca, gosto de mim em seus lábios.
"Quer que ele veja tudo?", perguntou. Assenti, febril. Tirei o vestido por cima da cabeça, ficando nua sob as estrelas, pele arrepiada pelo ar noturno.
Pedro abriu a calça, libertando seu membro rígido, veias pulsantes. Guiei-o para dentro de mim, costas na árvore áspera, pernas enlaçando sua cintura. Ele empurrou devagar no início, profundo, preenchendo cada centímetro. "Tão apertada", grunhiu, acelerando. Nossos corpos colidiam, suor misturando-se, seios balançando com cada thrust.
O homem agora assistia abertamente, mão no bolso, provavelmente se tocando. O exibicionismo me levou ao limite – ser vista, desejada por estranhos, amplificava tudo.
"Estou vindo", gemi, unhas cravando em suas costas. O orgasmo explodiu, músculos contraídos ao redor dele, visão borrada. Pedro seguiu, enchendo-me com jatos quentes, gemendo meu nome: "Clara". Desabamos no chão, ofegantes, risos misturados ao prazer residual. O observador se afastou, deixando-nos sozinhos na euforia.
Viver o exibicionismo assim revela sua essência: o risco constrói tensão, e a exposição libera desejos profundos. Como quem experimenta essas narrativas na carne, sei que o realismo emocional surge da confiança, transformando noites comuns em memórias ardentes.
Conto erótico enviado por Juliana.
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