Conto erótico: Olhares escondidos e êxtase compartilhado

Conto erótico: Olhares Escondidos e Êxtase Compartilhado

Eu sempre soube que o voyeurismo pulsava em minhas veias, um desejo primal de observar o prazer alheio antes de me entregar.

Aos 26 anos, como escritora de contos eróticos que explora essas fantasias na vida real, entendo o arquétipo do espectador – aquele anseio humano por testemunhar a vulnerabilidade, o êxtase cru, sem toque inicial.

Ele desperta camadas profundas de excitação, transformando o proibido em convite. Conheci Ana, 29 anos, em uma galeria de arte, onde nossos olhares se cruzaram como faíscas. Seu corpo curvilíneo, cabelos negros caindo em ondas, me hipnotizou.

Marcos, seu namorado de 30 anos, alto e atlético, completava o quadro perfeito. Propus o jogo: eu assistiria, escondida, enquanto eles se amavam, e depois me juntaria. Consentimento total, regras claras. "Quero ver vocês se perderem", eu disse, voz baixa e carregada.

A noite chegou em seu apartamento escuro, iluminado por luzes suaves. Escondi-me no closet entreaberto, coração martelando. Ana entrou primeiro, vestindo um robe de seda que mal cobria suas coxas. Marcos a seguiu, mãos já possessivas em sua cintura.

"Você me quer?", ele perguntou, voz grave. Ela assentiu, desamarrando o robe, revelando seios fartos e pele dourada. Ele a beijou com fome, língua invadindo sua boca, enquanto as mãos desciam para apertar sua bunda firme. Um gemido baixo escapou dela, ecoando no quarto silencioso.

Meu corpo reagiu instantaneamente. Senti o calor entre as pernas, umidade crescendo enquanto observava. Ana o empurrou para a cama, tirando sua camisa, expondo o peito musculoso. Ela se ajoelhou, abrindo sua calça, libertando o membro ereto, grosso e pulsante.

"Tão duro para mim", murmurou, lambendo a ponta devagar, olhos fixos nos dele. Ele gemeu, mãos em seus cabelos, guiando-a para engolir mais profundo. O som úmido de sucção encheu o ar, misturado ao aroma de excitação. Eu mordi o lábio, dedos roçando minha própria intimidade por cima da saia, resistindo ao impulso de me tocar com força.

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Eles mudaram de posição. Marcos a deitou de costas, beijando seu pescoço, descendo para os mamilos rosados. Sugou um, depois o outro, enquanto os dedos dele exploravam entre suas pernas. "Molhada e pronta", grunhiu, inserindo dois dedos devagar, curvando-os para acertar o ponto certo. Ana arqueou as costas, gemendo alto, quadris se movendo contra sua mão.

"Mais, por favor", implorou. Ele obedeceu, acelerando, polegar circulando seu clitóris inchado. O ritmo crescia, corpos suados brilhando sob a luz. Eu não aguentava mais; meu desejo ardia, visão embaçada pela tensão.

Saí do esconderijo, como combinado. "Posso me juntar?", perguntei, voz rouca. Ana sorriu, estendendo a mão. "Venha, nós queremos você". Tirei a roupa rapidamente, unindo-me a eles na cama. Marcos me beijou primeiro, gosto salgado de Ana em sua boca. Ana tocou meus seios, dedos leves traçando círculos. "Você nos assistiu?", sussurrou.

"Sim, e foi torturante", respondi, guiando sua mão para baixo. Seus dedos me penetraram, suaves e experts, enquanto Marcos entrava em Ana por trás, thrusts lentos e profundos.

Nossos corpos se entrelaçaram em um caos sensual. Eu beijei Ana, línguas dançando, enquanto Marcos nos alternava, preenchendo uma, depois a outra. O prazer construía, ondas de calor subindo. "Estou perto", gemi, sentindo o orgasmo se aproximar.

Ana veio primeiro, corpo tremendo, unhas cravando em mim. Marcos seguiu, gemendo forte, e eu explodi por último, visão borrada em êxtase puro. Ficamos ali, ofegantes, toques suaves prolongando a conexão.

Esses momentos capturam o voyeurismo verdadeiro: observar constrói desejo, e compartilhar o libera. Como alguém que vive essas narrativas, sei que o realismo vem da confiança, transformando fantasia em memória vívida.

Conto erótico enviado por Thiago.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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