Conto erótico: A entrega anal

Conto erótico: A entrega anal

O aroma da chuva quente subia do asfalto, misturado com o perfume do jasmim do seu jardim. Eu estava parado na porta de Carla, o coração batendo forte contra as costelas, não por nervosismo, mas pela antecipação pura e crua do que sabia que estava por vir.

Ela abriu a porta com aquele sorriso meio torto que eu tanto gostava, o corpo envolto apenas em um roupão de seda azul que mal continha as curvas que eu já tinha memorizado, mas que ainda me deixavam sem fôlego.

"Demorou", ela disse, a voz um sussurro rouco que percorreu minha espinha como um choque elétrico. Não era uma acusação, mas um convite.

Eu não respondi com palavras. Entrei e fechei a porta atrás de mim, minha mão encontrando a cintura dela e puxando-a para perto. Nossos corpos se ajustaram como se tivessem sido feitos um para o outro. Eu pude sentir o calor dela através do fino tecido do meu vestido.

Nossos lábios se encontraram, não com a doçura de um cumprimento, mas com a fome de quem esperou demais. A beijada era profunda, molhada, cheia de dentes e línguas explorando, reivindicando. Minha mão subiu pelas costas dela, sentindo a textura da seda e, abaixo dela, o calor da pele.

Ela me levou pela mão até o quarto, iluminado apenas pela luz da lua que entrava pela janela ampla. O ar estava denso, pesado de desejo. Ela se virou para mim e desfez o nó do roupão, deixando-o escorregar e formar uma poça azul no chão. Fiquei parada por um instante, apenas olhando.

O corpo dela era uma obra de arte, cada curva, cada sombra, convite ao toque.

"Venha", ela sussurrou, deitando-se de bruços na cama, olhando para mim por sobre o ombro. Era um convite claro. Uma rendição. Uma entrega.

Fui até a cômoda e peguei o pequeno frasco de óleo que ela mantinha ali. Meus dedos tremiam ligeiramente enquanto o abria. Me sentei na beira da cama, derramando um pouco do líquido quente em minhas mãos. O cheiro de amêndoas e baunilha encheu o ar.

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Meu primeiro toque foi em suas costas, espalhando o óleo com movimentos longos e lentos. Ela arqueou as costas, um gemido baixo saindo de sua garganta. Minhas mãos deslizaram para baixo, cobrindo cada centímetro de sua pele, sentindo os músculos se relaxarem sob meu toque.

Então, minhas mãos se moveram mais para baixo, para a curva do seu bumbum, para a parte interna de suas coxas. Ela abriu as pernas um pouco mais, um convite silencioso.

Meu dedo, coberto de óleo, roçou suavemente o pequeno anel de músculos. O corpo dela estremeceu. "Sim", ela ofegou contra o travesseiro. "Por favor."

Comecei devagar, com a ponta de um dedo, apenas pressionando, sentindo a resistência inicial dar lugar à aceitação. Entrei com cuidado, com paciência, enquanto ela se ajustava. O gemido dela foi mais alto desta vez, uma mistura de desconforto e prazer intenso. Esperei, dando a ela tempo, até sentir o corpo dela relaxar completamente.

Então, comecei a mover. Devagar no início, um ritmo suave e constante. Cada movimento era uma resposta ao corpo dela, aos gemidos que escapavam de seus lábios. A tensão no quarto era palpável, eletrizante. Eu podia sentir o próprio controle se desfazendo, o desejo tomando conta.

O ritmo aumentou, tornando-se mais profundo, mais insistente. Nossos corpos se moviam em uma sinfonia de suor e respiração ofegante. As mãos dela agarravam os lençóis, os nós dos dedos brancos.

O clímax a atingiu como uma onda, um grito abafado no travesseiro enquanto seu corpo todo se contraía. O vislumbre da entrega total dela foi o meu ponto de partida. A onda me pegou em seguida, um prazer tão violento e profundo que me deixou tonta, caindo ao lado dela enquanto nossos corpos tremiam.

Ficamos em silêncio por um longo tempo, apenas o som de nossa respiração voltando ao normal enchendo o quarto.

A chuva lá fora tinha parado.

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Conto erótico enviado por Rafael.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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