
Conto erótico: Treinando meu cachorrinho puppy play

Eu tinha 26 anos quando explorei o puppy play com meu namorado, Felipe, de 29 anos. Ele era alto, com músculos definidos de academia, e um sorriso que me derretia.
Sempre curioso sobre kinks, ele sugeriu a brincadeira uma noite, após conversarmos sobre limites e safe words – "vermelho" para parar tudo. Eu adorei a ideia: ser a dona mandona de um puppy obediente.
Consensual, divertido, excitante. Preparei o quarto com almofadas no chão, uma coleira de couro vermelha e orelhas fofas de cachorro. Felipe chegou animado, olhos brilhando de expectativa.
"De joelhos, puppy", ordenei, voz firme mas sedutora, enquanto prendia a coleira no seu pescoço nu. O clique metálico ecoou, e ele latiu baixinho, rastejando até mim de quatro. Seu corpo atlético se movia com graça canina, o pau já semi-ereto balançando entre as pernas.
Senti um calor úmido se espalhando no meu ventre, os mamilos endurecendo sob a lingerie preta. "Boa menino", elogiei, afagando seu cabelo bagunçado, como se ele fosse meu pet mimado. Puxei a guia levemente, guiando-o pelo quarto. Ele ofegava, língua para fora, roçando o rosto na minha perna nua.
Sentei na cama, pernas abertas, e chamei: "Vem, puppy, lambe sua dona." Felipe se aproximou, nariz frio tocando minha coxa interna, inalando meu cheiro almiscarado. Sua língua traçou uma linha devagar da panturrilha até a borda da calcinha, me fazendo arquear.
"Isso, bom garoto", gemi, mão na sua nuca, pressionando-o mais perto. Ele latiu de excitação, lambendo o tecido úmido, dentes roçando levemente. Tirei a calcinha devagar, expondo minha boceta inchada e molhada. "Agora, de verdade", sussurrei.
Conto erótico: A entrega analFelipe mergulhou, língua larga lambendo meu clitóris em círculos lentos, como um cachorrinho faminto. O prazer veio em ondas, formigando da espinha aos dedos dos pés. Gemi alto, quadris rebolando contra sua boca, sentindo o suor escorrer pela minha pele.
"Mais fundo, puppy", implorei, e ele obedeceu, adicionando dedos – dois, curvados, acertando meu ponto G com precisão. O quarto ecoava com meus gemidos e seus latidos abafados, o cheiro de sexo preenchendo o ar.
Não aguentei mais. "De costas, puppy", ordenei, virando-o no tapete. Montei nele como uma amazona, sentindo seu pau duro escorregar para dentro de mim, me preenchendo completamente. "Fica quietinho", avisei, rebolando devagar no início, saboreando cada centímetro.
Ele gemia, mãos – patas – cravadas no chão, olhos suplicantes. Acelerei o ritmo, quicando forte, seios balançando, unhas arranhando seu peito. "Goze só quando eu mandar", rosnei, clitóris roçando contra ele a cada descida.
O orgasmo me atingiu como um raio, eu tremendo ao redor dele, leite escorrendo pelas coxas. "Agora, puppy!", liberei, e Felipe gozou com um latido rouco, pulsando quente dentro de mim. Desabei sobre ele, ofegante, afagando sua cabeça.
"Meu bom menino", murmurei, beijando sua testa suada.
Naquela brincadeira, o puppy play nos uniu mais – desejo puro, confiança total, prazer infinito.
Conto erótico: A entrega anal
Conto erótico: Mulher que descobre seu desejo por outras mulheresConto erótico enviado por Gabriel.
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