
Conto erótico: Segredos proibidos com meu mentor mais velho

Eu tinha 22 anos quando o conheci. Ele, com seus 45, exibia uma confiança que me deixava sem fôlego. Professor de literatura na universidade, com cabelos grisalhos nas têmporas e olhos que pareciam ler cada desejo oculto. Meu nome é Sofia, e ele se chamava Victor. A diferença de idade entre nós era um abismo que eu ansiava pular.
Tudo começou em uma aula noturna. Eu ficava até tarde na biblioteca, devorando livros que ele recomendava. Uma noite, ele se aproximou, sua voz grave ecoando no silêncio. "Sofia, você lê com uma paixão rara. O que te atrai tanto nessas histórias de desejo reprimido?"
Meu coração acelerou. Senti o calor subir pelo meu pescoço. "É a tensão, professor. O que não é dito, mas sentido." Ele sorriu, um sorriso lento que prometia segredos. "Chame-me Victor. E se eu te mostrar o que é desejo real?"
Dias depois, ele me convidou para discutir um ensaio em seu escritório. O ar estava carregado de cheiro de livros antigos e café forte. Sentei na cadeira oposta à dele, minhas pernas cruzadas, sentindo o tecido da saia roçar na pele. Ele se inclinou para frente, seus dedos traçando a borda do meu papel. "Você escreve sobre luxúria como se a conhecesse intimamente. Mas conhece?"
Engoli em seco, meus lábios se entreabrindo. "Não tanto quanto gostaria." Seus olhos escureceram. Ele se levantou, contornando a mesa, e parou atrás de mim. Suas mãos pousaram nos meus ombros, leves como uma brisa, mas quentes o suficiente para me fazer arquear. "Deixe-me te ensinar."
Virei o rosto, encontrando o dele próximo demais. Seus lábios roçaram os meus, um beijo suave que se aprofundou rapidamente. Sua língua explorava a minha com uma expertise que me fazia gemer. Ele me puxou para cima, minhas costas contra a mesa, papéis caindo no chão. "Você é tão jovem, tão viva", murmurou ele, suas mãos descendo pela minha blusa, desabotoando devagar.
Senti seus dedos experientes traçarem círculos nos meus seios, apertando os mamilos endurecidos. Meu corpo respondia, um fogo se espalhando pelo ventre. "Victor, por favor...", sussurrei, arqueando contra ele. Ele riu baixinho, um som rouco que vibrava no meu peito. "Paciência, Sofia. O desejo cresce devagar."
Conto erótico: O calor da multidãoEle me ergueu, sentando-me na mesa, e se ajoelhou entre minhas pernas. Suas mãos subiram pelas coxas, empurrando a saia para cima. Senti o ar fresco na pele exposta, contrastando com o calor da sua respiração. "Você é perfeita", disse ele, antes de sua boca encontrar meu centro. Sua língua dançava, lambendo e sugando com precisão, enviando ondas de prazer que me faziam agarrar seus cabelos.
Gemi alto, as pernas tremendo. Ele não parava, alternando ritmos, lento e depois rápido, até eu implorar. "Quero você dentro de mim." Ele se levantou, desabotoando a calça, revelando sua excitação dura e pulsante. Seus olhos fixos nos meus enquanto ele se posicionava.
Entrou devagar, centímetro por centímetro, esticando-me de uma forma deliciosa. "Tão apertada, tão quente", grunhiu ele, começando a se mover. Eu envolvi as pernas ao redor da sua cintura, puxando-o mais fundo. Cada estocada era profunda, ritmada, construindo uma pressão insuportável. Seus anos de experiência se mostravam em como ele controlava o ritmo, alternando forte e suave, roçando pontos que me faziam ver estrelas.
Nossos corpos suados se colidiam, o som de pele contra pele ecoando no quarto. "Diga que me quer", exigiu ele, mordiscando meu pescoço. "Eu te quero, Victor. Sempre quis." Ele acelerou, suas mãos apertando minhas nádegas, guiando-me ao encontro dele. O clímax veio como uma onda, me atravessando em espasmos, meu grito abafado no ombro dele.
Ele seguiu, gemendo meu nome enquanto se derramava dentro de mim, colapsando sobre meu corpo. Ficamos ali, ofegantes, o suor misturando nossos cheiros. "Isso é só o começo", sussurrou ele, beijando minha testa.
A diferença de idade nos tornava intensos, proibidos, mas reais. Cada encontro era uma lição em prazer, desejo e conexão profunda.
Conto erótico enviado por Rafael.
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