Conto erótico: Saga gay que te fazem esquecer do mundo!

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A noite estava quente e úmida quando entrei naquele bar underground. O ar denso cheirava a suor, álcool e desejo latente. Minhas pupilas se dilataram enquanto meus olhos se ajustavam à penumbra, buscando rostos, corpos, possibilidades.

Foi quando o vi. Sentado sozinho no balcão, um copo de uísque entre os dedos longos e elegantes. Seu cabelo escuro caía sobre a testa, e quando ele ergueu o olhar para me encarar, senti um choque elétrico percorrer minha espinha.

Aproximei-me lentamente, sentando no banco ao lado dele. "Posso te oferecer outro drink?" perguntei, minha voz mais rouca do que o normal. Ele virou o rosto completamente agora, e pude ver a intensidade em seus olhos castanhos. Um sorriso curioso formou-se em seus lábios cheios.

"Só se vier com uma história interessante", respondeu ele, sua voz um barítono profundo que fez vibrar algo em meu peito.

Nossos joelhos se tocaram sob o balcão, e a corrente elétrica retornou, mais forte desta vez. "Que tipo de história te interessa?" murmurei, inclinando-me mais perto, sentindo o calor de seu corpo.

Ele terminou seu drink com um gole longo antes de responder. "Aqueles que nos fazem esquecer do mundo lá fora."

Levei-o para meu apartamento. A porta mal se fechou atrás de nós quando seus lábios encontraram os meus. Era um beijo faminto, desesperado, como se estivéssemos tentando nos devorar um ao outro. Suas mãos apertaram minha cintura, puxando-me contra seu corpo já duro.

Meus dedos se entrelaçaram em seu cabelo, enquanto nossa língua dançava em um ritmo primitivo.

"Qual seu nome?" sussurrei entre beijos.

"Gabriel", respondeu ele, sua boca descendo para morder meu pescoço. "E você?"

"Rafael."

Gabriel me empurrou contra a parede, sua mão deslizando sob minha camisa, traçando os músculos de meu abdômen. "Há quanto tempo você me observava no bar, Rafael?"

"Suficiente para saber que queria isso", respondi, minha voz embargada enquanto suas unhas raspavam levemente minha pele.

Ele riu baixo, um som que me fez tremer. "Então me mostre o que você queria."

Nossas roupas caíram em um caminho até o quarto, deixando um rastro de tecidos e urgência. Na penumbra do meu quarto, a luz da lua filtrava-se pelas janelas, iluminando contornos e sombras. Gabriel me empurrou suavemente na cama, seus olhos devorando cada centímetro de meu corpo nu.

"Você é ainda mais impressionante do que imaginava", sussurrou ele, seus dedos traçando meu peito, descendo lentamente até meu abdômen.

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Minha respiração prendeu-se quando sua mão finalmente envolveu minha ereção, seu movimento lento e deliberado me deixando louco de desejo. "Gabriel", murmurei, minha voz um pedido silencioso.

Ele se inclinou, seus lábios encontrando meus mamilos, sua língua desenhando círculos que me fizeram arquear as costas. "Gosta disso, Rafael? Gosta quando eu te toco assim?"

Sua voz baixa e controlada era quase meu fim. Minhas mãos encontraram seus ombros, arranhando levemente enquanto ele continuava seu tortuoso descenso. Quando finalmente sua boca envolveu minha ereção, um gemido escapou de meus lábios. Era quente, molhado, perfeito.

Seus dedos encontraram minha entrada, massageando-a gentilmente antes de penetrar com um dedo, depois dois. O preparo era lento, deliberado, me deixando à beira da loucura. "Por favor, Gabriel", supliquei, minhas mãos apertando os lençóis.

Ele ergueu os olhos para mim, um sorriso malicioso em seus lábios. "Por favor, o que, Rafael?"

"Por favor, me foda agora."

Gabriel não fez esperar. Ele se posicionou entre minhas pernas, sua ereção pressionando minha entrada. Lentamente, ele começou a entrar, e eu respirei fundo, me acostumando à sensação de preenchimento, de união. Quando finalmente ele estava completamente dentro de mim, ficamos assim por um momento, apenas respirando juntos.

"Move-se", murmurei, e ele obedeceu.

Seus movimentos eram poderosos, precisos, atingindo aquele lugar dentro de mim que me fazia ver estrelas. Nossos corpos dançavam em um ritmo antigo, suados, unidos. O quarto se encheu com os sons de nosso prazer, gemidos, sussurros, o barulho de nossos corpos se encontrando.

A tensão se construiu em mim, uma onda crescente de prazer que ameaçava me arrastar. "Gabriel", gemi, "estou quase lá."

Ele acelerou o ritmo, sua mão envolvendo minha ereção novamente, movendo-se em sincronia com seus golpes. "Deixe ir, Rafael. Quero sentir você."

Foi tudo que precisei. O orgasmo me atingiu como uma tempestade, ondas de prazer percorrendo meu corpo enquanto eu explodia em sua mão. Gabriel seguiu-me logo depois, um gemido profundo escapando de seus lábios enquanto ele encontrava seu próprio release dentro de mim.

Caímos na cama, ofegantes, nossos corpos ainda unidos. Na penumbra, eu podia ver o brilho em seus olhos. Ele se inclinou e me beijou suavemente, um contraste delicioso com a fúria de momentos antes.

"Ainda quer esquecer do mundo lá fora?" perguntei, minha voz suave.

Gabriel sorriu, seu dedo traçando meu maxilar. "Com você, Rafael, não existe mundo lá fora."

Conto erótico enviado por Marcos e Lucas.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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