
Conto erótico: Relatos verdadeiros viram erotismo gay

A noite caía sobre a cidade como um manto quente, úmido, carregado de promessas. Eu estava no bar, aquele lugar onde as luzes baixas e o jazz suave transformavam estranhos em confidentes. Foi ali que o vi pela primeira vez.
Lucas, alto, pele morena, mãos que seguiam o ritmo da música no balcão como se tocassem um corpo invisível. Seus olhos, escuros e profundos, encontraram os meus por um segundo a mais do que o acaso permitia.
Não foi um olhar casual. Foi um convite.
Eu já tinha ouvido histórias de amigos, relatos verdadeiros que viravam fantasia na boca de quem contava. Mas nada se comparava à sensação de estar ali, com o calor do uísque queimando a garganta e o desejo queimando mais ainda.
Aproximei-me, sem pressa, como quem sabe que o melhor prazer é aquele que se constrói devagar.
— Você vem sempre aqui? — perguntei, a voz mais rouca do que pretendia.
Lucas sorriu, um gesto lento que revelou dentes brancos contra a pele bronzeada.
— Só quando quero ser encontrado.
A resposta foi um golpe direto no meu controle. Suas palavras, carregadas de intenção, ecoaram no meu peito. Não havia dúvida sobre o que ele queria. E, pela primeira vez em muito tempo, eu também não tinha dúvidas sobre o que eu queria.
O toque veio sem aviso. Seus dedos, quentes e firmes, deslizaram pelo meu antebraço enquanto ele se inclinava, os lábios quase roçando minha orelha.
— Acho que a gente poderia fazer algo mais interessante do que ficar aqui, não acha?
O arrepio que percorreu minha coluna foi resposta suficiente. Saímos do bar sem olhar para trás, a tensão entre nós tão palpável que parecia possível tocá-la. O apartamento dele ficava a poucos quarteirões, mas cada passo parecia uma eternidade.
A cada esquina, nossos corpos se roçavam, acidentalmente, ou não. A cada respiração, o cheiro do perfume dele — algo cítrico, fresco, mas com um toque de especiarias — invadia meus sentidos.
A porta se fechou atrás de nós com um clique definitivo. O silêncio que se seguiu foi quebrado apenas pelo som da minha respiração ofegante e do riso baixo de Lucas.
Conto erótico: Os contos gays mais autênticos e excitantes do momento!— Nervoso? — ele perguntou, os dedos já desabotoando minha camisa com uma habilidade que me fez questionar quantas vezes ele já tinha feito aquilo.
— Impaciente — corrigi, puxando-o contra mim.
O primeiro beijo foi um choque de calor e necessidade. Suas mãos, agora livres dos botões, exploraram meu peito, os dedos traçando círculos nos mamilos até que eles endurecessem de prazer. Eu gemi contra sua boca, e o som pareceu acender algo nele.
Com um movimento rápido, Lucas me empurrou contra a parede, o corpo dele pressionando o meu com uma urgência que combinava com a minha.
— Quero você nu. Agora — ele ordenou, a voz um rosnado que me fez obedecer sem hesitar.
A roupa caiu no chão em um amontoado de tecidos esquecidos. Cada peça que se perdia revelava mais pele, mais calor, mais possibilidade. Quando finalmente ficamos apenas com o desejo entre nós, Lucas ajoelhou-se, os olhos fixos nos meus enquanto suas mãos deslizavam pelas minhas coxas.
— Você é ainda mais lindo do que imaginei — ele murmurou, antes de levar minha ereção à boca.
O prazer foi tão intenso que minhas pernas tremeram. Suas línguas, seus lábios, seus dentes — tudo trabalhava em harmonia para me levar ao limite. Mas eu não queria gozar assim. Não ainda.
— Chega — consegui dizer, puxando-o de volta para cima.
Desta vez, fui eu quem o empurrou contra a cama, quem explorou cada centímetro do corpo dele com a boca, quem sentiu o gosto salgado de sua pele enquanto ele se contorcia debaixo de mim. Quando finalmente entrei nele, foi com um ritmo lento, torturante, cada movimento calculado para prolongar o prazer até que não houvesse mais espaço para nada além daquilo.
Os gemidos de Lucas, meu nome saindo dos lábios dele como uma prece, foram o que me fizeram perder o controle. Gozei com uma intensidade que me deixou sem fôlego, sentindo-o se entregar logo depois, os corpos colados, suados, satisfeitos.
Caímos na cama, ofegantes, os dedos entrelaçados. Não houve necessidade de palavras. Aquele momento, aquele desejo, aquela conexão — tudo já tinha sido dito com o corpo.
— Acho que a gente deveria fazer isso de novo — Lucas finalmente falou, virando-se para me beijar.
E eu soube, sem sombra de dúvida, que ele estava certo.
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Conto erótico: O segredo do sucesso gay nas histórias de desejoConto erótico enviado por Rafael Oliveira.
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