Conto erótico: Paixão secreta na biblioteca proibida

Conto erótico: Paixão Secreta na Biblioteca Proibida

Eu tinha 25 anos, uma bibliotecária recém-formada, obcecada por volumes antigos e segredos escondidos entre páginas amareladas. Meu nome é Clara, e ele se chamava Eduardo, 28 anos, um pesquisador misterioso que frequentava a seção restrita da biblioteca universitária.

Alto, com óculos que emolduravam olhos penetrantes, e mãos que pareciam conhecer cada curva de um livro raro. A biblioteca proibida era nosso refúgio, um labirinto de estantes empoeiradas, iluminado por lâmpadas fracas, onde o silêncio amplificava cada respiração.

A atração surgiu sutil, como o virar de uma página antiga. Eu o via todas as noites, folheando tons proibidos sobre desejos ocultos da humanidade. Uma vez, nossos olhares se cruzaram sobre um livro de poesias eróticas.

"Clara, esses textos falam de paixões que devoram a alma", disse ele, a voz baixa, rouca, enviando um arrepio pela minha espinha. "E se experimentássemos um pouco dessa devoração?"

Meu pulso acelerou. O ar cheirava a couro velho e tinta seca, misturado ao perfume amadeirado dele. "Aqui? É proibido", sussurrei, mas meu corpo traía as palavras, inclinando-se para frente. Ele sorriu, um sorriso predatório que me fez morder o lábio. "Proibido torna tudo mais doce."

Ele me puxou para trás de uma estante alta, longe das câmeras e dos olhares. Suas mãos envolveram minha cintura, firmes, possessivas. Beijei-o primeiro, urgente, nossos lábios colidindo com fome acumulada. Sua língua invadiu minha boca, dançando com a minha, explorando cada canto enquanto eu gemia contra ele. "Você é como esses livros, Clara.

Cheia de mistérios que eu quero desvendar", murmurou, os dentes roçando meu pescoço.

Desabotoei sua camisa devagar, sentindo o peito musculoso sob os dedos, o coração batendo forte. Ele ergueu minha saia, as mãos subindo pelas coxas, traçando linhas de fogo na pele sensível.

"Sem calcinha? Atrevida", riu ele, os dedos encontrando meu centro úmido, circulando o clitóris com precisão experiente. Arqueei as costas contra a estante, livros tremendo ao nosso redor, o prazer construindo como uma narrativa crescente.

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"Mais, Eduardo. Por favor", implorei, as pernas fracas. Ele se ajoelhou, erguendo uma das minhas pernas sobre o ombro, sua boca quente devorando-me. A língua lambia devagar, depois rápido, sugando com intensidade que me fazia apertar os punhos nos seus cabelos.

O gosto salgado do suor misturava-se ao meu, o som de lambidas ecoando no silêncio proibido. Ondas de êxtase me atravessavam, o corpo tremendo, próximo do limite.

Levantei-o, desesperada, abrindo sua calça para revelar sua excitação dura, veias pulsantes sob a pele macia. "Quero te sentir dentro de mim", disse eu, guiando-o para a entrada. Ele entrou devagar, esticando-me deliciosamente, um gemido escapando dos seus lábios.

"Tão apertada, tão molhada por mim", grunhiu, começando a se mover, estocadas profundas e ritmadas.

Nossos corpos se chocavam, suor escorrendo pelas costas, o cheiro de sexo preenchendo o ar confinado. Ele me virou, pressionando-me contra a estante, entrando por trás com força controlada, uma mão cobrindo minha boca para abafar os gemidos.

"Sinta isso, Clara. Cada centímetro meu te reivindicando." Acelerei o ritmo, empurrando contra ele, o prazer crescendo até explodir em um orgasmo que me fez ver estrelas, o corpo convulsionando ao redor dele.

Ele veio logo depois, derramando-se quente dentro de mim, os braços me segurando enquanto tremíamos juntos. Ficamos ali, ofegantes, o coração desacelerando no eco da biblioteca. "Isso é só o início dos nossos segredos", sussurrou ele, beijando minha nuca.

Aquela paixão na biblioteca proibida nos unia em desejos profundos, reais, onde cada encontro era uma página virada para o infinito.

Conto erótico enviado por Marcos.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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