Conto erótico: Paixão escondida na noite

Conto erótico: Paixão escondida na noite Queer

Eu tinha 26 anos quando conheci Mia em uma festa underground no Rio de Janeiro. O lugar pulsava com música eletrônica, corpos suados dançando sob luzes neon.

Mia, com 24 anos, era uma visão: cabelo cacheado curto, tatuagens serpenteando pelos braços fortes, e um sorriso que prometia aventuras proibidas. Vestia uma regata justa que destacava seus seios firmes e calças de couro que abraçavam suas curvas. Eu, sempre questionando minha sexualidade, senti um puxão imediato – um desejo cru que me deixou úmida só de olhar.

Nossos olhos se cruzaram na pista de dança. Ela se aproximou, o cheiro de perfume amadeirado misturado ao suor me envolvendo. "Você dança como se ninguém estivesse olhando", disse ela, voz rouca e confiante, roçando os lábios no meu ouvido. Meu coração acelerou, um formigamento subindo pelas minhas coxas.

"E se eu quiser que você olhe?", respondi, ousada, puxando-a pela cintura.

Dançamos coladas, quadris se movendo em sincronia, o atrito dos nossos corpos criando faíscas. Suas mãos desceram pelas minhas costas, apertando minha bunda com firmeza. Senti seus mamilos endurecidos contra o meu peito através do tecido fino.

"Vamos sair daqui?", sussurrei, ofegante. Mia assentiu, os olhos escuros flamejando de luxúria.

No táxi, o ar estava carregado de tensão. Seus dedos traçaram linhas na minha perna, subindo devagar até a borda da minha saia. "Você me deixa louca", murmurou, inclinando-se para me beijar. Seus lábios eram macios, exigentes, língua explorando a minha com fome. Minhas mãos voaram para seus seios, massageando-os, sentindo os bicos se eriçarem sob meus polegares.

O motorista fingiu não notar, mas o risco só aumentava o fogo.

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Chegamos ao meu apartamento, tropeçando pela porta em um emaranhado de beijos e toques. Mia me prensou contra a parede, erguendo minha saia e deslizando a mão por dentro da calcinha. "Tão molhada já", gemeu ela, dedos circulando meu clitóris devagar, me fazendo arquear. Eu gemi alto, as unhas cravando em seus ombros.

Tirei sua regata, revelando pele morena e lisa, beijando seu pescoço, descendo para chupar um mamilo com voracidade. Ela ofegou, puxando meu cabelo. "Isso, baby, me faz gozar só de pensar."

Caímos na cama, eu por cima, beijando cada centímetro do seu corpo. Desci devagar, abrindo suas pernas, inalando o aroma doce e almiscarado. Minha língua a encontrou, lambendo devagar no início, saboreando cada gota. Mia se contorcia, mãos nos meus cabelos, gemendo meu nome. "Mais fundo", implorou, e eu obedeci, adicionando dedos, curvando-os para acertar aquele ponto que a fazia tremer.

Seu corpo se tensionou, quadris empurrando contra minha boca até o orgasmo explodir, ondas de prazer a sacudindo.

Agora era minha vez. Mia me virou, beijando minha barriga, descendo para me devorar. Sua boca era mágica – sucção perfeita, língua dançando em ritmos que me levavam à loucura. Dedos entraram em mim, preenchendo, estocando com precisão.

"Você é tão gostosa", sussurrou contra minha pele, acelerando. O prazer crescia como uma onda, me consumindo até eu gozar forte, gritando, o corpo convulsionando em êxtase.

Ficamos ali, entrelaçadas, suor e respirações misturadas. Naquela noite, abracei minha identidade queer com braços abertos – puro, intenso, livre.

Conto erótico enviado por Sofia.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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