
Conto erótico: O toque proibido no escritório

A tarde no escritório estava sufocante, não só pelo calor de São Paulo, mas pela tensão que crescia entre mim e a Laura, a nova estagiária de marketing. Ela tinha um jeito tímido, mas seus olhos verdes não mentiam: havia curiosidade ali, um desejo que ela mal conseguia disfarçar. E eu, como seu supervisor, deveria manter distância. Mas o destino — ou a minha falta de autocontrole — tinha outros planos.
Era sexta-feira, quase todo mundo já tinha ido embora. Só nós dois, e o som do ar-condicionado que parecia ecoar cada respiração dela. Laura estava de saia lápis, justa o suficiente para delinear suas curvas, e um blusa branca que deixava os ombros à mostra. Mas o que realmente me hipnotizava eram seus pés: pequenos, delicados, com unhas pintadas de um vermelho escuro que contrastava com a pele clara. Ela tinha o hábito de cruzar as pernas, e o sapato de salto fino balançava levemente, como um convite silencioso.
— Preciso que você revise esses relatórios antes de fechar o dia — menti, aproximando-me da mesa dela. Não havia relatórios. Só a vontade de sentir o cheiro do perfume dela, algo cítrico e doce, que me deixava com a cabeça leve.
Ela olhou para mim, mordendo o lábio inferior, e eu soube que não estava imaginando coisas.
— Claro, chefe — respondeu, mas sua voz tremia. O dedo indicador dela traçou uma linha invisível na mesa, como se estivesse nervosa. Ou excitada.
Não resisti. Ajoelhei-me ao lado da cadeira dela, fingindo pegar um documento que não existia. Meus dedos roçaram no tornozelo dela, e ela não se afastou. Pelo contrário: suas pernas se abriram um pouco mais, e o salto do sapato encostou na minha coxa. Era um toque sutil, mas carregado de intenção.
Conto erótico: O segredo dos pés delicados— Você sabe que não deveria fazer isso — sussurrei, mas minhas mãos já subiam pela panturrilha dela, sentindo a maciez da pele, a temperatura que aumentava a cada segundo.
— Então me diga para parar — desafiou, inclinando-se para frente. O decote da blusa se abriu, mas meus olhos estavam fixos nos pés dela, naqueles dedos que agora brincavam com o meu cabelo.
Não disse nada. Em vez disso, deslizei a mão por baixo da saia, sentindo o calor entre as coxas dela. Laura gemeu baixo, e o som ecoou no escritório vazio. Seus pés se pressionaram contra o chão, como se ela precisasse de apoio para não desmoronar.
— Isso é errado — repetiu, mas suas unhas afundaram no meu ombro quando meus dedos encontraram o que procuravam.
Não havia mais volta. A tensão que vinha construindo por semanas explodiu ali, entre pastas e canetas, com o cheiro de café frio no ar. E quando seus dedos finalmente se entrelaçaram nos meus, puxando-me para mais perto, soube que o único relatório que importava naquele momento era o de nossos corpos, aprendendo cada curva, cada suspiro, cada limite que estávamos dispostos a ultrapassar.
Conto erótico enviado por Rafael M.
Conto erótico: O segredo dos pés delicados
Conto erótico: O ritual dos pés descalçosEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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