Conto erótico: O sabor do desejo – Língua, calor e o grelo que não resiste

Conto erótico: O Sabor do Desejo – Língua, Calor e o Grelo que Não Resiste

A cozinha do meu apartamento estava iluminada apenas pela luz fraca da geladeira aberta. Eu tinha acabado de chegar da balada, o corpo ainda quente do ritmo da música e do álcool, quando ouvi a chave girar na fechadura. Era Lucas, meu vizinho, com quem eu flertava há semanas.

Ele entrou sem cerimônia, os olhos escuros brilhando com uma intensidade que não deixava dúvidas sobre suas intenções.

Você tá sozinha, Carolina? Sua voz, rouca e profunda, cortou o silêncio da noite.

Agora não, respondi, encostando-me no balcão. Mas posso ficar.

Ele sorriu. Não era um sorriso amigável. Era o sorriso de quem já tinha decidido o que queria.

Lucas se aproximou, o cheiro de uísque e colônia masculina invadiu meus sentidos. Suas mãos, quentes e firmes, deslizaram pela minha cintura, puxando meu corpo contra o dele. Eu podia sentir cada músculo tenso, cada respiração acelerada. Quando seus lábios encontraram os meus, não foi um beijo. Foi uma conquista.

Você tá bêbada? Ele perguntou, a voz grossa, enquanto suas mãos exploravam meu corpo.

Suficiente pra fazer o que eu quero, respondi, os dedos tremendo ao desabotoar sua camisa.

Ele não esperou mais. Com um movimento rápido, tirou a camisa, expondo o torso definido, a pele bronzeada brilhando sob a luz fraca. Meus dedos deslizaram pelos seus abdomens, sentindo cada sulco, cada músculo contrair sob meu toque.

Quando cheguei à cintura da calça, ele gemeu, os olhos fechados por um segundo, como se estivesse saboreando a sensação.

Você quer isso, não quer? Ele perguntou, a voz rouca, enquanto guiava minha mão até o volume duro na calça.

Não respondi. Minhas mãos trabalharam no zíper, libertando-o. Seu grelo, grosso e pulsante, saltou para fora, quente e pronto. Eu o segurei, sentindo a pele macia e a veia latejando sob meus dedos. Lucas gemeu, a cabeça inclinada para trás, enquanto eu começava a deslizar a mão para cima e para baixo, devagar, saboreando cada gemido que escapava dos seus lábios.

Porra, Carolina, ele rosnou, os dedos enterrados nos meus cabelos. Não para.

Conto erótico: O atrito do desejo – Piru, xerequinha e o calor que não tem fimConto erótico: O atrito do desejo – Piru, xerequinha e o calor que não tem fim

Mas eu queria mais.

Me ajoelhei na sua frente, olhando para ele enquanto minha língua saía para lambê-lo, devagar, da base até a ponta. O gosto salgado de sua pele explodiu na minha boca, e quando o levei todo para dentro, ele solitou um gemido gutural, as mãos apertando meus cabelos com mais força.

Assim, querida. Chupa.

E eu chupei.

Cada movimento era lento, deliberado, enquanto minha língua brincava com a ponta sensível, os lábios apertados ao redor dele. Lucas respirava pesado, os quadris se movendo em pequenos círculos, como se não conseguisse se controlar. Eu podia sentir o gosto dele, a textura aveludada, o calor queimando minha boca.

Você é boa nisso, ele murmurou, a voz trêmula. Muito boa.

Seus dedos apertaram ainda mais meus cabelos, guiando meus movimentos, enquanto seus quadris começaram a se mover com mais urgência. Cada gemido que escapava dele me deixava mais excitada, mais determinada a levá-lo ao limite.

Vou gozar, Carolina, ele avisou, a voz rouca. E você vai engolir tudo.

Eu não parei.

Continuei chupando, mais rápido, mais fundo, até que ele explodiu na minha boca com um gemido longo e gutural. Eu engoli tudo, saboreando cada segundo, enquanto ele tremia, as mãos ainda enterradas nos meus cabelos.

Quando finalmente me levantei, seus olhos estavam escuros de desejo, a respiração ainda acelerada.

Agora é a minha vez, ele disse, a voz rouca, enquanto me puxava para cima, seus lábios encontrando os meus em um beijo que prometia muito mais.

E eu soube que ele estava certo.

Conto erótico: O atrito do desejo – Piru, xerequinha e o calor que não tem fimConto erótico: O atrito do desejo – Piru, xerequinha e o calor que não tem fim
Conto erótico: A lentidão do prazer – Paciência, desejo e o cuzinho que não resisteConto erótico: A lentidão do prazer – Paciência, desejo e o cuzinho que não resiste

Conto erótico enviado por Fernanda.

Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
Conto erótico: O sabor do desejo – Língua, calor e o grelo que não resiste
Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)

Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Go up