
Conto erótico: O melhor sexo anal da minha vida

Eu nunca imaginei que um olhar pudesse queimar tanto. Foi no bar, entre o cheiro de uísque e o som abafado de jazz, que nossos corpos se reconheceram antes mesmo das palavras.
Ele, com os dedos longos envolto no copo, a camisa branca colada ao torso como se já antecipasse o calor que viria. Eu, com o vestido justo, o tecido escorregando sobre a pele a cada movimento, como um convite silencioso.
— Você sempre vem aqui sozinha? — Sua voz, grave e rouca, desceu pela minha coluna como um toque.
— Só quando quero ser encontrada — respondi, sem tirar os olhos dos seus lábios.
Não precisamos de mais nada. O jogo estava posto.
A porta do meu apartamento mal fechou e já estávamos colados, bocas famintas, mãos explorando o que o vestido e a camisa escondiam. Ele me empurrou contra a parede, o frio do azulejo contrastando com o fogo da sua boca no meu pescoço. Eu gemi, as unhas cravando em seus ombros, enquanto ele sussurrava:
— Quero te provar toda. Cada centímetro.
E eu queria ser provada.
O quarto estava escuro, só a luz da lua desenhando sombras no nosso corpo. Ele me deitou na cama, os dedos traçando um caminho lento pela minha barriga, descendo, descendo... até parar na borda da calcinha. Eu arqueei, ansiosa, mas ele só sorriu, malicioso.
— Paciência, amor. O melhor vem depois.
E então, com uma lentidão torturante, ele tirou minha roupa. Cada peça, um suspiro. Cada toque, uma promessa.
Quando seus lábios encontraram o meu sexo, eu quase perco o fôlego. Sua língua era quente, habilidosa, e eu me agarrava aos lençóis, as pernas tremendo. Mas não era só isso que eu queria.
— Mais — pedi, a voz embargada. — Quero sentir você... em todos os lugares.
Conto erótico: A vizinha pagou o serviço com prazerEle levantou os olhos, a luz da lua refletindo neles. Não precisou dizer nada. Sabia.
O lubrificante estava na gaveta. Ele o aplicou com cuidado, os dedos preparando, abrindo, enquanto beijos molhados marcavam minha pele. Eu me virei, de quatro, sentindo o ar frio no meu corpo quente. Ele se posicionou atrás, a respiração pesada, a mão firme no meu quadril.
— Tem certeza? — perguntou, a voz um rosnado.
— Tenho — respondi, olhando por cima do ombro. — Faça valer a pena.
E então, ele entrou com força no meu cuzinho apertado.
Não foi só sexo. Foi uma revelação.
Cada movimento, lento no começo, depois mais rápido, mais profundo, me fazia ver estrelas. Suas mãos no meu corpo, me guiando, me dominando, enquanto eu me entregava por completo. O som da pele batendo, os gemidos abafados, o cheiro do suor e do desejo... tudo se misturava em uma sinfonia de prazer.
— Você é... incrível — ele murmurou, os dentes na minha nuca, enquanto eu me empurrava contra ele, querendo mais, sempre mais.
E eu era. Porque, naquele momento, não havia nada além daquilo. Do nosso corpo, do nosso ritmo, daqueles segundos eternos em que o mundo parava só para nós.
Quando acabamos, caímos na cama, ofegantes, a pele colada, os corações batendo no mesmo compasso. Ele me puxou para perto, os lábios no meu ombro, e eu sorri.
— Acho que você descobriu meu segredo — falei, brincando.
— Não é segredo — ele respondeu, a voz ainda rouca. — É só o começo.
E, pela primeira vez, acreditei que poderia ser.
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Conto erótico: O jogo da verdade proibida sem limitesConto erótico enviado por Luana.
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