Conto erótico: O desafio do prazer

Conto erótico: O desafio do prazer

A noite em São Paulo estava quente, o ar pesado com a promessa de algo mais do que apenas um encontro casual. Eu, Claudio, havia conhecido Laura em um bar no centro, e desde o primeiro olhar, a tensão entre nós era palpável.

Ela era alta, morena, com curvas que o vestido justo não conseguia esconder. E aquele sorriso... um convite aberto para o pecado.

Você quer subir? — perguntou, os dedos deslizando levemente pelo meu braço enquanto saíamos do bar.

Não precisei pensar duas vezes.

Assim que fechamos a porta do apartamento dela, Laura me empurrou contra a parede, a boca colada na minha, a língua invadindo sem cerimônia. Suas mãos exploraram meu corpo com uma urgência que me deixou duro na hora. O vestido dela caiu no chão, revelando um corpo esculpido, a pele macia, os seios firmes. A calcinha, um pedaço minúsculo de renda preta, não resistiu aos dedos dela, que a arrancou com um movimento rápido.

Você é ainda mais gostoso do que eu imaginava — sussurrou, enquanto as mãos desciam pelo meu peito, parando na cintura da minha calça.

Não demorou para que eu estivesse nu, a ereção pulsante, enquanto ela se ajoelhava na minha frente. Laura não perdeu tempo: a língua quente traçou círculos na ponta do meu pênis, os lábios apertados, os olhos fixos nos meus. Cada movimento era uma tortura deliciosa, mas eu queria mais.

Quero você por trás — pedi, a voz rouca.

Ela sorriu, maliciosa, e virou-se, apoiando as mãos na parede, o corpo oferecido. A visão daquela bunda redonda, do cuzinho apertado, quase me fez perder o controle. Aproximei-me, as mãos apertando as curvas dela, enquanto me posicionava.

Você tem certeza que aguenta? — perguntei, provocativo, enquanto a ponta do meu pênis roçava na entrada.

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Mostra pra mim — respondeu, empinando mais a bunda, desafiadora.

Não precisei de mais convite. Entrei devagar, sentindo a resistência inicial, o calor úmido envolvendo minha ereção. Laura soltou um gemido, as unhas cravando na parede, enquanto eu avançava, centímetro por centímetro, até que ela me aceitou por completo.

Porra, Claudio... é grande pra caralho — sussurrou, ofegante, enquanto eu começava a me mover, devagar no início, depois com mais força.

Cada investida era profunda, intensa, o som dos nossos corpos se chocando ecoando pelo apartamento. As mãos dela se apoiavam na parede, o corpo tremendo a cada movimento, enquanto eu seguiava o ritmo, sentindo o prazer crescer dentro de mim.

Assim, não para — implorou, empurrando a bunda contra mim, como se quisesse me sentir ainda mais fundo.

Não parei. Aumentei o ritmo, as mãos apertando os quadris dela, até que ela gozou, o corpo tremendo, os gemidos abafados pelo som da cidade lá fora. Não demorou para que eu a seguisse, liberando-me dentro dela, a respiração ofegante, o suor escorrendo pela pele.

Quando nos afastamos, Laura virou-se, o sorriso ainda nos lábios, enquanto me puxava para um beijo intenso.

Acho que você acabou de conquistar um lugar especial na minha lista — disse, com um brilho malicioso nos olhos.

E eu soube que não seria a última vez.

Conto erótico enviado por M. Ferreira, 28, São Paulo.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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