Conto erótico: O atrito do desejo – Piru, xerequinha e o calor que não tem fim

Conto erótico: O atrito do desejo – Piru, xerequinha e o calor que não tem fim

A noite estava quente, sufocante, e cada gota de suor que escorria pela minha pele parecia carregar consigo uma promessa de prazer. Estava deitada na cama, lençóis brancos enrolados nas minhas pernas, quando senti a presença dele ao meu lado.

Seu nome era Lucas, mas naquele momento, ele era apenas pura masculinidade, um piru de homem que despertava em mim desejos que eu nem sabia existir.

Seus dedos percorreram lentamente minha coluna, da nuca até o cóccix, e cada centímetro de pele que tocava parecia eletrizar-se. Virei-me para enfrentá-lo, e seus olhos escuros brilhavam com uma intensidade que me deixou sem ar.

Sem dizer uma palavra, ele deslizou sua mão pela minha cintura, puxando-me para perto. Nosso corpo se encontrou, e o calor entre nós era quase palpável.

"Você está molhada", ele sussurrou contra meu pescoço, e eu não sabia se ele falava do suor ou do desejo que já inundava meu interior. Sua mão desceu lentamente, encontrando a xerequinha que pulsava, ansiosa por seu toque.

Ele não teve pressa, explorou cada dobra, cada secreto lugar que só eu conhecia, até que meus joelhos começaram a tremer.

Seus lábios encontraram os meus, e o beijo foi profundo, possessivo. Suas mãos continuaram sua jornada exploratória enquanto minha xerequinha respondia a cada toque, cada pressão, cada carícia. Eu podia sentir seu piru duro contra minha coxa, uma promessa do que estava por vir, e meu corpo arqueou instintivamente em resposta.

"Quero sentir você dentro de mim", eu murmurei contra seus lábios, e ele sorriu, um sorriso que era ao mesmo tempo promessa e desafio. Ele rolou sobre mim, seu corpo pesado e quente, e senti o cabeçote de seu piru pressionando minha entrada.

Lentamente, ele começou a entrar, e cada centímetro era uma tortura deliciosa, uma combinação de dor e prazer que me deixou ofegante.

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Quando finalmente ele estava completamente dentro de mim, ficamos assim por um momento, apenas sentindo um ao outro. O calor, o ritmo dos nossos corações batendo em uníssono, a conexão que transcendia o físico. Então ele começou a se mover, lentamente no início, depois com mais força, mais profundidade.

Cada movimento era uma sinfonia de sensações, e minha xerequinha respondia, contraindo-se, pulsando, pedindo mais.

Nossos corpos se moveram juntos, uma dança antiga e nova ao mesmo tempo, cada movimento mais intenso que o anterior. O quarto estava cheio de sons de prazer, de sussurros, de nomes, de promessas. Eu podia sentir o orgasmo se aproximando, uma onda crescente que ameaçava me consumir por completo.

"Não pare", eu gemi, e ele obedeceu, aumentando o ritmo, mergulhando ainda mais fundo. O mundo desapareceu, restou apenas nós, o calor, o atrito, o desejo que não tinha fim. Quando o orgasmo finalmente me atingiu, foi como uma explosão, como um raio que me atravessou da cabeça aos pés.

Meu corpo arqueou, meus dedos cravaram-se em suas costas, e meu grito de prazer ecoou pelo quarto silencioso.

Ele me seguiu logo depois, com um gemido profundo que vibrou através do meu corpo. Ficamos assim por um longo tempo, nossos corpos ainda unidos, suados, satisfeitos. O calor da noite não parecia mais opressivo, mas sim reconfortante, um cobertor que nos envolvia em nossa intimidade recém-descoberta.

Quando finalmente ele se afastou, senti um vazio momentâneo, mas seu braço me envolveu, puxando-me para perto. "Isso foi incrível", ele sussurrou contra meu cabelo, e eu concordei com um aceno, incapaz de formar palavras.

O atrito do desejo nos havia consumido, e no calor daquela noite, encontramos algo que parecia não ter fim.

Conto erótico enviado por Camila e Rafael.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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