
Conto erótico: Noite em Londres

A chuva caía suave nas ruas de Londres enquanto eu esperava no saguão do hotel. O brilho das luzes se refletia no piso molhado, criando um ambiente quase cinematográfico.
Então, ela apareceu. Vestido preto justo que realçava cada curva, cabelo escuro despenteado pelo vento úmido e um sorriso que prometia segredos. Caminhou na minha direção com confiança, e o ar entre nós pareceu eletrizar.
“Você está atrasado”, disse ela, mas o tom era mais provocativo do que acusador.
“O trânsito está terrível”, respondi, aproximando-me. Sua fragrância — uma mistura de jasmim e algo indefinível, como tempestade iminente — invadiu meus sentidos. Estendi a mão e toquei o braço dela. A pele estava macia, quente, sob o tecido fino do vestido.
“Vamos subir”, sussurrou, e seus dedos encontraram os meus. O toque foi leve, mas enviou uma corrente direta pelo meu corpo.
No elevador, o silêncio foi preenchido pela respiração ofegante de ambos. Eu a pressionei contra a parede espelhada, e ela respondeu com um beijo profundo, intenso. Nossos lábios se encontraram com fome, explorando, devorando. Minha mão desceu pelas costas dela até encontrar o contredas nádegas, apertando suavemente. Ela gemeu contra minha boca, um som baixo, rouco, que me fez endurecer ainda mais.
A porta do elevador se abriu e, quase sem quebrar o beijo, arrastamos-nos para o quarto. A cama era grande, de lençóis brancos, iluminada apenas pela luz da cidade que entrava pela janela ampla. Eu a empurrei suavemente na cama, e ela caiu, rindo, com os cabelos espalhados como um halo sobre o travesseiro.
“Devagar”, pediu ela, mas os olhos diziam o contrário. Comecei a desabotoar o vestido, revelando a pele aos poucos. Cada polegada descoberta era um convite. Meus lábios seguiram minhas mãos, beijando o ombro, a clavícula, o decote. Ela arqueou as costas, oferecendo-se mais, e eu aceitei.
Conto erótico: Chubby girls e o toque que acende o desejoQuando o vestido finalmente ficou no chão, ela estava apenas em lingerie preta, um contraste deslumbrante com a pele pálida. Meus dedos trilharam o cordão do sutiã, e ele se soltou facilmente.
Seus seios eram perfeitos, com mamilos duros que pediam atenção. Eu me curvei e tomei um na boca, sugando, roçando a língua enquanto minha mão massageava o outro. Ela gemeu mais alto agora, as pernas se abrindo instintivamente.
Minha mão desceu pela barriga lisa dela até encontrar o calor entre as pernas. A calcinha estava molhada, e eu a puxei para o lado, deslizando um dedo pela fenda úmida. Ela gritou, o corpo se contorcendo. “Não aguento mais”, sussurrou, e eu não fiz esperar.
Abri o meu jeans com pressão, e meu membro saltou para fora, duro e pronto. Posicione-me entre as pernas dela e entrei lentamente, sentindo cada músculo dela se contrair ao meu redor. O calor, a umidade, o aperto — era quase demais.
Comecei a mover-me, devagar no início, depois mais rápido, mais fundo. A cada golpe, ela respondia, erguendo os quadris para me encontrar.
Nosso ritmo ficou frenético, desesperado. O som dos corpos se batendo, os gemidos, os sussurros sujos — tudo se misturava em uma sinfonia de prazer. Eu a virei, colocando-a de quatro, e a penetrei por trás, mais fundo ainda. Suas costelas se destacavam quando ela se arqueava, e eu segurei os quadris dela, puxando-a contra mim.
“Assim”, gritou ela, e eu sabia que estava perto. Acelerei, sentindo meu próprio orgasmo se aproximando como uma maré. Quando ela finalmente explodiu, gritando meu nome, eu não consegui segurar. Vim dentro dela, ondas de prazer me consumindo, deixando-me sem fôlego, tremendo.
Caímos na cama, ofegantes, suados. A chuva lá fora continuava a cair, mas aqui dentro, o mundo tinha parado. Ela virou para mim, o sorriso satisfeito no rosto. “Isso foi incrível”, disse ela, e eu só pude concordar.
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Conto erótico: A selvagem foda na selva Amazônica com a índia ardenteConto erótico enviado por Rafael e Sofia.
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