
Conto erótico: Noite de toques suaves e paixão incontrolável

Eu me lembro vividamente daquela noite chuvosa, quando o mundo lá fora se dissolvia em gotas pesadas contra a janela. Tinha 25 anos, e ele, meu namorado de longos meses, 28. Seu nome era Lucas, com olhos castanhos que pareciam me devorar sempre que nos encontrávamos.
Eu o conheci em uma cafeteria lotada, onde um simples roçar de mãos ao pegar o café acendeu algo primal em mim. Como escritora de contos eróticos há anos, vivo essas histórias na pele, sentindo cada arrepio, cada suspiro, para capturar a essência do desejo humano – aquele anseio por conexão profunda, por toques que falam mais que palavras.
Entrei no apartamento dele, molhada da chuva, o vestido colando na pele. "Você está linda assim, toda selvagem", ele murmurou, puxando-me para perto. Seus lábios roçaram os meus, suaves no início, como uma promessa.
Meu coração acelerou, o calor subindo pelo corpo enquanto suas mãos deslizavam pelas minhas costas, traçando curvas com dedos experientes. Eu o beijei de volta, faminta, sentindo o gosto de vinho tinto em sua boca. "Quero você agora", sussurrei, pressionando meu corpo contra o dele.
Ele me guiou até o quarto, acendendo velas que dançavam sombras nas paredes. O ar cheirava a lavanda e desejo. Tirei o vestido devagar, deixando-o cair no chão, revelando a lingerie preta que escolhi para ele. Seus olhos se fixaram nos meus seios, no contorno das minhas coxas. "Você me enlouquece, Sofia", disse, usando meu nome como uma carícia.
Ele se aproximou, beijando meu pescoço, mordiscando levemente a pele sensível. Um gemido escapou dos meus lábios, minhas mãos enfiando-se em seus cabelos escuros.
Deitei na cama macia, puxando-o para cima de mim. Seus beijos desceram pelo meu colo, língua traçando caminhos quentes até os mamilos endurecidos. Eu arqueei as costas, sentindo o prazer pulsar entre as pernas. "Devagar, amor", pedi, querendo prolongar a tortura deliciosa.
Conto erótico: A melodia da peleEle obedeceu, mãos explorando minha barriga, descendo para as coxas internas. Seus dedos roçaram minha intimidade por cima da calcinha, fazendo-me ofegar. "Você está tão molhada", ele grunhiu, voz rouca de excitação.
Tirei sua camisa, revelando o peito definido, músculos que eu adorava tocar. Beijei seu torso, descendo até a calça, abrindo o zíper com dentes. Seu membro saltou livre, duro e pulsante. Eu o envolvi com a mão, movendo devagar, sentindo-o inchar sob meu toque.
"Isso é tão bom", ele gemeu, olhos fechados em êxtase. Subi de volta, montando nele, guiando-o para dentro de mim com um movimento fluido. O preenchimento foi perfeito, como se nossos corpos fossem feitos um para o outro.
Movemo-nos juntos, ritmados, peles suadas se colando. Seus quadris empurravam para cima, profundos, enquanto eu cavalgava, unhas cravando em seus ombros. "Mais forte", implorei, o prazer construindo como uma onda. Ele rolou, ficando por cima, penetrando com thrusts lentos e intensos.
Seus lábios encontraram os meus novamente, beijos molhados e apaixonados. Senti o clímax se aproximar, músculos contraídos ao redor dele. "Vem comigo", sussurrei, e ele acelerou, gemendo meu nome.
O orgasmo nos atingiu como um raio, corpos tremendo em uníssono. Ele desabou ao meu lado, puxando-me para seus braços. "Eu te amo", murmurou, beijando minha testa. Ficamos ali, entrelaçados, corações batendo no mesmo ritmo, o mundo lá fora esquecido.
Como alguém que explora esses desejos em narrativas reais, sei que o romance verdadeiro nasce desses momentos – toques carinhosos que evoluem para paixão selvagem, construindo laços inquebráveis.
Conto erótico: A melodia da pele
Conto erótico: Fofura – Quando o doce se torna pecadoConto erótico enviado por Rafael.
Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
Conto erótico: Noite de toques suaves e paixão incontrolável
Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)
Go up







Deixe um comentário