
Conto erótico: Não precisava de viagra - A noite que provaram tudo

O bar estava quase fechando, a luz amarela das lâmpadas criando sombras longas nas paredes. Eu o observei do canto, tomando meu uísque, enquanto ele ria com os amigos, a camisa justa marcando cada músculo, os olhos escuros brilhando com uma confiança que não deixava dúvidas.
Não era a primeira vez que nos cruzávamos, mas dessa vez, algo era diferente. Dessa vez, eu não ia só observar.
Ele me viu olhando e se aproximou, o sorriso malicioso, os dedos brincando com o copo.
— Você está me encarando há uma hora — disse, a voz rouca, o hálito quente misturado ao cheiro de uísque e colônia masculina.
— E daí? — respondi, sem desviar o olhar, sentindo o calor subir pelo pescoço.
— Vem comigo — ele ordenou, não como um convite, mas como uma promessa.
Não hesitei.
O apartamento dele ficava a duas quadras, e mal fechamos a porta, as mãos já estavam umas nas outras, urgentes, famintas. A camisa dele foi a primeira a cair, seguida da minha, enquanto os beijos se tornavam mais profundos, mais desesperados. Ele me pressionou contra a parede, o corpo quente e duro contra o meu, e senti a excitação dele, inegável, pressionada contra a minha barriga.
— Você não precisa de ajuda, não é? — sussurrei, os dedos deslizando pela calça dele, sentindo-o ainda mais excitado.
Conto erótico: A primeira vez que me entreguei por inteiro— Nunca precisei — respondeu, a voz trêmula, enquanto as mãos dele trabalhavam no botão da minha calça. — Mas você vai ver.
E eu vi.
Ele me levou para o quarto, onde a luz fraca da lua entrava pela janela, iluminando a cama desfeita. Não houve pressa, mas também não houve delicadeza. Foi um ritmo perfeito, cada toque calculado, cada beijo uma reivindicação. Quando finalmente entrou em mim, foi com uma intensidade que me fez arquear as costas, os dedos cravando nas costas dele, enquanto o prazer crescia em ondas.
— Assim — ele rosnou, os quadris se movendo com uma força que me deixava sem fôlego. — Sente o que você faz comigo.
E eu sentia. Cada empurrão, cada gemido, cada suspiro era uma confirmação de que não havia necessidade de artifícios. Era puro, era real, era intenso.
Quando chegamos ao clímax, foi juntos, os corpos tremendo, o prazer explodindo em sincronia, como se fôssemos um só. E quando ele rolou para o lado, ofegante, me puxando para perto, sussurrou no meu ouvido:
— Ainda acha que eu preciso de ajuda?
Sorri, sem palavras, sabendo que a resposta estava no jeito como meu corpo ainda tremia, no calor que ainda sentia, na certeza de que aquela noite não seria a última.
Conto erótico enviado por Ricardo, 38, que descobriu que a melhor prova de virilidade não está em um comprimido — está na forma como você faz o outro tremer.
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Conto erótico: A noite em que meu casamento renasceuEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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