
Conto erótico: Jogo - As regras do desejo

O bar estava quase vazio, só a luz amarela das lâmpadas e o som do gelo batendo nos copos. Eu a vi assim que entrei: sentada no balcão, pernas cruzadas, o vestido preto colado ao corpo como uma segunda pele. Não era a primeira vez que nos encontrávamos ali, mas dessa vez, o olhar dela prometeu algo diferente.
— Você veio — ela disse, sem se virar, como se soubesse que eu estava ali o tempo todo.
— Você mandou — respondi, sentando-me ao lado dela. O cheiro de perfume caro e algo mais intenso — couro, talvez — me envolveu.
Ela finalmente olhou para mim, os lábios pintados de um vermelho escuro se curvando em um sorriso que não era inocente.
— Hoje a gente joga — sussurrou, os dedos brincando com o copo. — Minhas regras.
Não perguntei quais eram. Não precisava. O jogo já tinha começado no momento em que ela me chamou.
Ela deslizou um papel pela mesa, discreto, como se fosse só a conta. Mas eu sabia o que era. Uma lista. Uma aposta. Um desafio.
— Cada item que você cumprir — ela disse, a voz baixa, quase um rosnado — ganha um ponto. Cada ponto, um prêmio.
— E se eu perder? Perguntei, sentindo o calor subir pelo pescoço.
Ela se inclinou, a boca tão perto do meu ouvido que senti o hálito quente.
— Você não vai querer perder.
Conto erótico: A fantasia animadaO primeiro item era simples: Tire a gravata com os dentes. Ela observou cada movimento, os olhos brilhando com uma mistura de diversão e desejo. Quando terminei, ela não aplaudiu. Só deslizou o dedo pelo meu peito, onde a camisa se abrira um pouco.
— Bom início — murmurou. — Próximo.
O segundo era mais íntimo. Beije meu pescoço sem usar as mãos. Eu obedeci, sentindo a pele dela arquear sob meus lábios, o perfume mais forte agora, intoxicante. Ela gemeu, baixo, e soube que estava ganhando.
Mas o terceiro item mudou tudo.
De joelhos.
Não hesitei. Não era sobre humilhação. Era sobre entrega. Sobre confiança. Sobre o jogo.
Ela passou os dedos pelo meu cabelo, puxando leve, e senti o corpo reagir como se fosse um comando.
— Você está indo bem — ela sussurrou, a voz rouca. — Mas o melhor ainda vem.
E quando ela me levou para o banheiro dos fundos, não era mais um jogo.
Era uma promessa.
E eu estava pronto para ganhar.
Conto erótico: A fantasia animada
Conto erótico: Filme - A cena proibidaConto erótico enviado por Claudio, 34, que descobriu que as melhores partidas são aquelas em que as regras são feitas para serem quebradas — e o prêmio, para ser saboreado sem pressa.
Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
Conto erótico: Jogo - As regras do desejo
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