
Conto erótico: Histórias gays com twists que ninguém vê chegar

Eu, Marco, trabalhava como guarda-noturno há três meses no prédio de luxo no centro da cidade. A rotina solitária me permitia observar os moradores sem ser notado, especialmente
Daniel, o rapaz do apartamento 1204, que sempre retornava do trabalho por volta das 22h.
Sua aparência me intrigava: cabelos escuros sempre impecavelmente penteados, ternos que valorizavam seu corpo atlético, e aquele olhar cansado mas intenso. Eu o observava todas as noites, imaginando como seriam suas mãos em minha pele, como seria ouvir sua voz sussurrando meu ouvido.
Naquela sexta-feira, algo mudou. Daniel chegou mais tarde, aparentemente embriagado, e tropeçou no hall. Corri para ajudá-lo. Seu perfume masculino envolveu meus sentidos quando o apoiei.
"Você... você é o novo guarda, não é?" perguntou, seu hálito misturando whisky e menta.
"Sim, Marco. Precisa de ajuda para chegar ao seu apartamento?"
Ele concordou com a cabeça, e eu o apoiei até o elevador. No caminho, seu corpo roçava no meu, despertando um calor que percorreu minha espinha. Dentro do elevador, ele se encostou na parede, seus olhos encontrando os meus no espelho.
"Sabe, Marco," disse ele, sua voz mais baixa, "eu te observo também."
Meu coração disparou. O elevador abriu no 12º andar e o ajudei até sua porta. Ao destravar, ele me puxou para dentro, trancando a porta atrás de nós.
"Você não faz ideia de quanto tempo espero por isso," sussurrou, suas mãos encontrando meu rosto.
Seus lábios encontraram os meios com uma urgência que me surpreendeu. A barba por fazer dele roçava minha pele, criando uma fricção que me deixou ainda mais excitado. Suas mãos desceram pelas minhas costas, puxando meu corpo contra o dele.
Eu o guiei até o sofá, onde o deitei. Sua camisa de seda escorregava sob meus dedos enquanto eu a desabotoava lentamente. Seus olhos me seguiam, cheios de desejo e algo mais... expectativa?
"Você gosta do que vê, Marco?" perguntou, sua voz rouca.
Minha resposta foi um beijo profundo, minhas mãos explorando seu peito cabeludo, descendo até seu abdômen. Ele gemeu quando meus dedos encontraram o cinto de suas calças.
Conto erótico: Paixão gay com reviravoltas insanasFui tirando suas roupas devagar, desvendando cada parte de seu corpo como se fosse um presente. Sua pele quente sob minhas palmas, seus músculos tensos sob meus dedos. Quando finalmente o libertei de suas calças, ele se ergueu e começou a despir-me também.
Nossos corpos nus se encontraram no carpete macio de seu apartamento. Suas mãos eram experientes, encontrando todos os meus pontos sensíveis com precisão cirúrgica. Seus lábios percorreram meu pescoço, meu peito, meu abdômen, até encontrar minha ereção pulsante.
O prazer foi intenso, quase doloroso. Eu o guiei até o quarto, onde nos entregamos completamente um ao outro. Seu corpo se movia contra o meu com uma força que me deixou sem fôlego. Cada toque, cada beijo, cada movimento era mais intenso que o anterior.
No ápice do prazer, ele sussurrou algo em meu ouvido que me deixou congelado por um instante: "Agora você é meu."
Não compreendi naquele momento, entregue à paixão. Depois, quando nossos corpos se acalmaram e ele me abraçou, notei algo estranho em seu apartamento. Fotografias dele com outra pessoa, um homem que se parecia incrivelmente comigo.
"Quem é ele?" perguntei, apontando para a foto.
Daniel sorriu, um sorriso que não chegava aos olhos. "Meu ex. Você o substituiu perfeitamente."
Eu me sentei, o coração ainda batendo forte. "O que você quer dizer com isso?"
"Sei tudo sobre você, Marco. Seus gostos, seus desejos, suas fantasias mais profundas." Ele se sentou, pegando um tablet na mesa de cabeceira. "Eu escolhi você. Assim como escolhi os outros antes de você."
Meu sangue gelou. Na tela do tablet, havia dezenas de perfis, todos parecidos comigo. Todos guardas-noturnos em prédios diferentes.
"Por quê?" perguntei, a voz trêmula.
"Porque posso," respondeu ele, sua voz agora fria, distante. "Porque gosto de ter controle. De escolher. E você, meu querido, foi minha escolha mais perfeita até agora."
Ele se aproximou novamente, seus olhos brilhando com uma luz que agora me parecia perigosa. "E agora que você sabe, o jogo ficou ainda mais interessante. Você vai ficar, ou vai tentar fugir?"
Eu olhei para a porta, depois de volta para ele. Seu corpo ainda me atraía, mas agora via o predador por trás da presa. E a parte mais aterrorizante? Uma parte de mim queria ficar, queria descobrir o que aconteceria a seguir.
Conto erótico: Paixão gay com reviravoltas insanas
Conto erótico: Essas histórias gays vão te surpreender totalmente!Conto erótico enviado por Rafael, 32 anos, São Paulo.
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