
Conto erótico: Femdom – A lição da senhora

A sala de reuniões estava vazia, exceto por ele. Sentado no canto, gravata afrouxada, os dedos tamborilando na mesa. Eu o observei por um instante antes de fechar a porta com um clique seco. Ele levantou os olhos, surpreso, mas não disse nada.
— Ficou esperando por mim? Minha voz cortou o silêncio, firme, sem espaço para dúvidas.
— Eu só… precisava terminar uns relatórios. A voz dele falhou um pouco, os olhos fixos nos meus saltos altos, depois nas minhas pernas, enquanto eu me aproximava.
— Mentira. Parei à frente dele, as mãos apoiadas na mesa, o decote do vestido abrindo um caminho perigoso. — Você sabia que eu viria.
Ele engoliu em seco. O cheiro de café e colônia barata misturava-se ao suor frio da tensão. Eu gosto desse cheiro. É o cheiro da submissão antes mesmo do primeiro toque.
— Levanta. Não foi um pedido.
Ele obedeceu, lento, como se cada movimento fosse uma batalha interna. Quando ficou de pé, eu não recuei. Pelo contrário: encostei-me nele, o corpo colado ao seu, sentindo o calor, a respiração acelerada.
— Você acha que pode me desafiar? Minha mão subiu pelo peito dele, os dedos brincando com os botões da camisa. — Ou só quer ser punido?
— Eu… A voz dele quebrou.
— Silêncio. A ordem foi acompanhada de um beliscão no mamilo, através do tecido. Ele gemeu, baixo, os olhos se fechando por um segundo.
Conto erótico: O preço do silêncio— Olha para mim. Ele obedeceu. — Agora, tira a camisa.
Os dedos dele tremiam ao desabotoar, a camisa caindo no chão. Eu tracei um caminho com as unhas pelo peito nu, descendo, descendo, até a cintura.
— De joelhos. Dessa vez, não houve hesitação.
Ele caiu, os olhos no nível da minha cintura. Eu puxei o vestido para cima, só o suficiente para mostrar a calcinha de renda preta.
— Beija. Não precisei dizer onde.
A boca dele foi quente, úmida, obediente. Eu segurei os cabelos, guiando, controlando cada movimento, cada suspiro. Quando ele tentou acelerar, puxei com mais força.
— Devagar. A ordem foi um rosnado. — Isso não é para você. É para mim.
E quando finalmente o deixei levá-la ao limite, foi com uma única frase, sussurrada como uma promessa:
— Agora, você vai aprender o que é servir.
Conto erótico enviado por Mariana, 34, que acredita que o verdadeiro prazer está em ensinar — e em ser obedecida sem questionamentos.
Conto erótico: O preço do silêncio
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