Conto erótico: Encontro proibido no escritório vazio

Conto erótico: Encontro proibido no escritório vazio

A chuva batia nas janelas do prédio corporativo, um ritmo constante que isolava o mundo lá fora. Era tarde, quase meia-noite, e o andar inteiro estava vazio, exceto por mim e por ele. Lucas, meu chefe, tinha ficado para revisar relatórios, e eu, a estagiária ambiciosa, me ofereci para ajudar. Mas ambos sabíamos que não era só trabalho que nos mantinha ali.

O ar condicionado zumbia baixo, quase imperceptível, enquanto eu me aproximava da mesa dele. Ele estava de costas, a camisa branca colada ao corpo por causa do calor, os músculos das costas se movendo sob o tecido fino. Senti o cheiro do perfume dele, algo cítrico e masculino, misturado ao aroma do café frio esquecido na xícara.

— Você não precisava ficar, Ana — disse ele, sem se virar, a voz rouca e profunda.

— Eu sei — respondi, parando a poucos centímetros dele. — Mas quis.

Ele finalmente se virou, os olhos escuros fixos nos meus. Não havia mais espaço para fingimentos. A tensão entre nós era um fio esticado, prestes a arrebentar. A mão dele deslizou sobre a mesa, os dedos longos e seguros, até tocar os meus. Um arrepio percorreu minha pele.

— Isso é errado — murmurou, mas não se afastou.

— Então por que não paramos? — desafiei, aproximando meu corpo do dele.

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A resposta veio sem palavras. Ele puxou minha cintura, e de repente, estávamos colados, a respiração acelerada, os lábios quase se tocando. Senti o calor do corpo dele através da roupa, o batimento cardíaco acelerado. Quando finalmente nos beijamos, foi como um incêndio. A boca dele era exigente, a língua explorando a minha com uma fome que eu nunca tinha sentido antes.

As mãos dele deslizaram pelas minhas costas, descendo até a curva do meu quadril, apertando com uma posse que me fez gemer. Eu o empurrei contra a mesa, subindo nela, as pernas envolvendo a cintura dele. Os dedos dele encontraram o zíper da minha saia, puxando devagar, enquanto a boca dele traçava um caminho quente pelo meu pescoço.

— Lucas — sussurrei, a voz trêmula.

— Shhh — ele silenciou meu protesto com outro beijo, mais profundo, mais possessivo.

A saia caiu no chão, seguida pela camisa dele. A pele dele queimava debaixo das minhas mãos, os músculos tensos enquanto eu explorava cada centímetro. Quando ele me deitou sobre a mesa, o frio da madeira contrastou com o fogo que nos consumia. Os lábios dele descenderam, traçando um caminho de beijos pela minha barriga, até chegarem à borda da minha calcinha.

— Você tem certeza? — perguntou, a voz um rosnado de desejo contido.

Eu não respondi com palavras. Arqueei as costas, oferecendo meu corpo como resposta. E quando a boca dele finalmente me tocou, soube que não havia mais volta. A noite era nossa, e o mundo lá fora podia esperar.

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Conto erótico enviado por Mariana S., 28 anos, publicitária.

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Suellen Gomes

Suellen Gomes é pesquisadora e criadora de conteúdo voltada para o universo da sensualidade, bem-estar sexual e autoestima. À frente do Fetiche em pé, trabalha na desmistificação de fetiches e fantasias, promovendo um diálogo seguro, consensual e informativo sobre a liberdade de expressão corporal. Sua missão é empoderar pessoas através do conhecimento e do respeito aos próprios desejos.

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