Conto erótico: Encontro no elevador, o primeiro capítulo de uma série gay

Conto erótico: Encontro no Elevador, o Primeiro Capítulo de Uma Série Gay

A porta do elevador fechou com um clique suave, selando o espaço entre nós dois. O ar condicionado soprava frio, mas meu corpo queimava. Era a terceira vez naquela semana que eu o via no prédio, sempre no mesmo horário, sempre com aquele sorriso que parecia feito só para mim.

Desta vez, porém, estávamos sozinhos.

Ele se chamava Lucas, como descobri no quadro de avisos do condomínio. Morava no décimo andar, eu no oitavo. Nunca trocamos mais que um cumprimento, mas seus olhos, escuros e profundos, sempre se demoravam um segundo a mais nos meus.

Hoje, porém, não havia como ignorar a tensão. O elevador subia devagar, como se o tempo também quisesse saborear aquele momento.

— Acho que nunca te vi tão perto — ele disse, a voz baixa, quase um sussurro. O cheiro de seu perfume, algo cítrico e amadeirado, invadiu meus sentidos. Meu coração acelerou.

— É porque você sempre sai correndo — respondi, tentando disfarçar o tremor na voz. Meus dedos coçavam para tocar o tecido de sua camisa, esticada sobre os ombros largos.

Ele riu, um som grave que ecoou no espaço apertado.

— Talvez eu só estivesse esperando o momento certo.

O elevador parou no nono andar. Ninguém entrou. A porta fechou de novo, e o silêncio entre nós ficou mais denso. Lucas encostou no painel de botões, bloqueando qualquer chance de fuga. Seu corpo estava tão perto que eu podia sentir o calor irradiando dele.

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— E agora? — perguntei, a respiração ofegante.

— Agora — ele murmurou, aproximando o rosto — a gente descobre se essa química é só imaginação ou se é real.

Seus lábios encontraram os meus antes que eu pudesse responder. O beijo foi quente, urgente, uma mistura de fome e curiosidade. Suas mãos deslizaram pela minha cintura, puxando meu corpo contra o seu. Pude sentir cada contorno, cada músculo tenso sob a roupa.

Minhas mãos, sem permissão, exploraram suas costas, sentindo a pele através do tecido fino.

— Porra — ele gemeu, afastando os lábios só o suficiente para falar. — Eu queria fazer isso desde a primeira vez que te vi.

O elevador parou no décimo. A porta abriu, mas nenhum de nós se moveu. Lucas me empurrou suavemente contra a parede, seu corpo pressionando o meu. Suas coxas entre as minhas, o calor entre nós quase insuportável.

— Vamos para o meu apartamento — ele propôs, a voz rouca de desejo. — Ou você prefere que eu te faça gozar aqui mesmo?

A escolha era óbvia. Mas a diversão estava apenas começando.

Conto erótico enviado por Rafael, 32 anos, São Paulo.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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