Conto erótico: Encontro fluido não binário

Conto erótico: Encontro fluido não binário

Eu tinha 25 anos quando conheci Taylor em um bar alternativo de Recife. Taylor, com 27 anos, se identificava como não binário – uma presença magnética que transcendia gêneros.

Cabelo curto e colorido, traços delicados mas fortes, vestindo uma jaqueta de couro sobre uma camiseta que delineava um corpo esguio e atlético. Seus olhos verdes me capturaram imediatamente, cheios de uma curiosidade que me fez sentir exposta e desejada.

Eu, sempre aberta a novas experiências, senti um arrepio ao ouvi-los falar com voz suave e confiante: "Gosto de pessoas que não se limitam."

Conversamos por horas, o ar carregado de flerte. Taylor tocou meu braço levemente, um gesto que enviou faíscas pela minha pele. "Você me faz questionar tudo", sussurrei, inclinando-me mais perto. O cheiro deles – uma mistura de loção cítrica e algo terroso – me inebriava.

"Então vamos explorar", responderam, com um sorriso malicioso que acelerou meu pulso.

Saímos para o meu apartamento, a noite úmida de Recife nos envolvendo como um abraço quente. No elevador, Taylor me prensou contra a parede, mãos nas minhas coxas, erguendo minha saia devagar. "Diga se quiser parar", murmuraram, lábios roçando os meus.

"Não pare", respondi, beijando-os com fome. Sua boca era macia, exigente, língua dançando com a minha em um ritmo que me deixava ofegante.

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No quarto, iluminado por uma lâmpada fraca, tirei sua jaqueta, revelando pele lisa e tatuagens abstratas. Meus dedos traçaram seu peito plano, descendo para os quadris, sentindo o calor pulsar através da calça. Taylor gemeu baixinho, puxando minha blusa para cima, expondo meus seios.

"Você é incrível", sussurraram, boca descendo para chupar um mamilo, dentes roçando levemente, enviando ondas de prazer pelo meu corpo. Eu arqueei, unhas cravando em suas costas, sentindo sua excitação pressionar contra mim – uma mistura de suavidade e rigidez que me excitava ainda mais.

Deitei na cama, Taylor por cima, corpos se entrelaçando. Suas mãos exploraram meu ventre, descendo para dentro da calcinha, dedos circulando meu clitóris devagar, torturante. "Tão molhada", murmuraram, acelerando enquanto eu gemia seu nome.

Adicionei meus dedos aos deles, guiando, sentindo a umidade compartilhada. "Me toque também", pedi, deslizando a mão para dentro de sua calça, massageando sua intimidade – quente, pulsante, sem rótulos. Taylor ofegou, quadris rebolando contra meu toque, olhos fechados em êxtase.

Viramos, eu montando neles, sentindo nossos corpos se encaixarem perfeitamente. Comecei devagar, rebolando, cada movimento construindo a tensão. "Mais forte", implorou Taylor, mãos apertando minha bunda. Acelerei, o atrito delicioso nos levando à beira.

Seus gemidos se misturavam aos meus, suor escorrendo pela pele, o quarto ecoando com o som de desejo cru. Gozei primeiro, tremendo ao redor deles, ondas de prazer me consumindo. Taylor veio logo depois, corpo convulsionando, voz rouca gritando meu nome.

Ficamos ali, entrelaçados, respirações sincronizadas. Naquele encontro, o desejo fluía livre, sem binários – puro, consensual, transformador.

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Conto erótico enviado por Alex.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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