Conto erótico: A vizinha pagou o serviço com prazer

Conto erótico: A vizinha e o conserto proibido

O calor daquele verão estava insuportável. O ar-condicionado decidira pifar no pior momento possível, deixando meu apartamento um forno. Foi aí que eu a vi, pela janela semi-aberta que dava para o prédio ao lado. Ela, a nova vizinha, estava na varanda, regando suas plantas.

Seu nome era Sofia. Morena, cabelos curtos que acariciavam seu maxilar, e um corpo que era um convite silencioso ao pecado. Ela usava apenas um shorts curto e um top, e a fina camada de suor que brilhava em sua pele fazia minha imaginação correr solta.

Nossos olhares se encontraram por um segundo, e ela sorriu, um gesto leve e cheio de promessas. Eu sorri de volta, sentindo um calor que nada tinha a ver com o clima.

Dois dias depois, a sorte – ou o destino – pregou sua peça. A campainha tocou. Era ela.

“Oi, desculpa incomodar,” disse ela, sua voz um mel suave. “Ouvi você reclamando do ar-condicionado. O meu também quebrou e o técnico só vem amanhã. Será que você poderia dar uma olhada? Talvez seja algo simples.”

Eu não entendo nada de ar-condicionado, mas teria dito que sim para qualquer coisa naquele momento. Segui-a até o apartamento dela, o cheiro do seu perfume – algo amadeirado e vagamente cítrico – enchendo meus sentidos.

O apartamento dela era como ela: elegante, com toques pessoais e uma energia quente. Enquanto eu fingia examinar a unidade na parede, sentia sua presença atrás de mim, um campo de energia palpável.

“É, acho que é melhor esperar o técnico,” eu disse, virando-me para encará-la.

Ela estava mais perto do que eu imaginava. Seus olhos castanhos escuros percorreram meu rosto, depois desceram pelo meu corpo, lentamente.

“Que pena,” ela sussurrou, mordendo levemente o lábio inferior. “E eu estava torcendo para você ser bom com as mãos.”

O ar saiu dos meus pulmões. A tensão que vinha crescendo entre nós desde a primeira troca de olhares agora explodia, densa e pesada. Não houve mais palavras. Eu fechei a distância entre nós, minha mão encontrando a nuca dela, puxando-a para mim.

O beijo não foi gentil. Foi urgente, faminto. Nossas línguas se encontraram em uma dança selvagem, e o gosto dela era de café e desejo puro. Minhas mãos desceram pelas suas costas, puxando-a contra o meu corpo, e eu senti a curva firme de seus seios contra meu peito.

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Ela gemeu no meu ouvido, um som baixo e rouco que me fez endurecer instantaneamente.

“Quero te sentir,” ela arfou, suas mãos já puxando minha camisa para cima, as unhas arranhando levemente minha pele.

Em segundos, estávamos nus no sofá da sala, a luz da tarde desenhando sombras douradas em nossos corpos. Eu a explorei com as mãos e a boca, descobrindo cada centímetro. A textura aveludada de suas coxas, o sabor salgado de seu pescoço, a maneira como seus mamilos endureciam sob minha língua.

Ela era um banquete de sensações.

Quando a penetrei, foi com um gemido gutural que saiu de nós dois. Ela estava quente, úmida e incrivelmente apertada. Envolvi seus quadris e encontrei um ritmo profundo e constante. Cada embate era um êxtase, cada movimento uma confirmação do desejo que nos consumia.

“Isso… não para,” ela ordenou, seus dedos cavando nas minhas costas, suas pernas envolvendo minha cintura.

O som de nossos corpos se encontrando, úmidos e ofegantes, encheu a sala. O cheiro do nosso sexo misturava-se ao seu perfume, criando um aroma intoxicante e primal. Eu via seu rosto se contorcer de prazer, seus olhos se fechando e sua boca se abrindo em um suspiro rouco. Era a coisa mais erótica que eu já tinha visto.

Acelerei o ritmo, sentindo a pressão crescer na base da minha espinha. Ela gritou meu nome, seu corpo arqueando violentamente sob o meu, seus músculos internos se contraindo em ondas intensas ao seu redor. Foi o meu gatilho. Deixei-me ir, enterrando meu rosto em seu pescoço e explodindo dentro dela com um rugido abafado.

Ficamos deitados por um tempo, nossos corpos grudados pelo suor, a respiração aos poucos voltando ao normal. A luz do fim de tarde banhava o quarto em tons de laranja e roxo.

Ela se virou de lado, apoiando a cabeça na mão, e me olhou com um sorriso travesso.

“Sabe,” ela disse, seu dedo traçando círculos no meu peito. “Acho que a geladeira está fazendo um barulho estranho também.”

Eu ri, puxando-a para mais perto. A noite mal tinha começado.

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Conto erótico enviado por Rafael.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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