
Conto erótico: A tentação da minha cunhada

O apartamento estava silencioso, exceto pelo tic-tac distante do relógio da sala. Meu marido, Carlos, havia viajado a trabalho, e a solidão da noite começava a pesar. Foi quando a campainha tocou. Na porta, estava Sofia, minha cunhada.
O vestido preto, simples mas indecentemente justo, moldava cada curva do seu corpo. Um cheiro delicioso de jasmim e algo mais amadeirado, intoxicante, invadiu meu espaço.
“Carlos me pediu para ver se você estava bem. Achei que poderíamos tomar um vinho”, ela disse, com um sorriso que era pura promessa.
Eu a convidei para entrar, meu coração batendo num ritmo acelerado. Sempre houve uma tensão não dita entre nós, um jogo de olhares prolongados e sorrisos secretos que nunca ousamos decifrar. Naquela noite, porém, o ar parecia diferente, carregado de uma eletricidade perigosa.
Sentamos no sofá, e ela serviu o vinho tinto. Seus dedos roçaram os meus ao passar a taça, e um calafrio percorreu minha espinha. A conversa era banal, mas seus olhos, de um verde intenso, contavam outra história. Eles percorriam meu corpo, despidos de qualquer vergonha, parando nos meus lábios, no decote da minha camiseta.
“Você sempre foi tão linda, Luana”, ela murmurou, sua voz um sussurro aveludado que ecoou direto entre minhas pernas. “Sempre me perguntei como seria.”
A coragem, ou talvez o desejo puro, tomou conta de mim. “Como seria o quê, Sofia?”
Ela não respondeu com palavras. Em um movimento fluido, fechou a distância entre nós e capturou meus lábios com os dela. O sabor do vinho em sua boca era doce e ácido, uma combinação viciante. Seus lábios eram macios, mas sua língua era exigente, explorando minha boca com uma fome que me deixou sem ar.
Minhas mãos encontraram seus cabelos cacheados, puxando-a mais para perto, afundando naquele beijo que era tanto proibido quanto inevitável.
A progressão foi natural, um rio encontrando seu curso. Nossas mãos tornaram-se urgentes, despidas de hesitação. Puxei a alça fina do seu vestido, e o tecido deslizou, revelando seus seios perfeitos e pontas duras e escuras.
Quando minha boca encontrou uma delas, ela arqueou as costas com um gemido baixo que era quase um rosnado.
“Sim, assim…”, ela sussurrou, seus dedos enterrando-se em meus cabelos.
Ela me virou e, com gestos hábeis, despui minha camiseta e o sutiã. Sua boca percorreu uma trilha de fogo do meu pescoço até a barriga, enquanto suas mãos abriam o botão da minha calça. Quando seus dedos finalmente me tocaram, encontrando meu centro encharcado, eu jurei que vi estrelas.
Conto erótico: A lição da minha primaA pressão era perfeita, os círculos que ela traçava no meu clitóris eram uma tortura divina.
“Quero te ver perder o controle”, ela respirou contra minha pele, antes de descer e substituir seus dedos pela língua.
O mundo desabou. Não havia mais Carlos, não havia mais irmandade, não havia mais regras. Havia apenas a sensação incrível da sua língua dançando sobre mim, explorando, sugando, levando-me ao limite. Segurei os cabelos dela, minhas pernas tremendo, enquanto uma onda de prazer tão intenso que doía começou a se formar na minha base.
Gemi seu nome, um som rouco e estranho, e me entreguei àquela convulsão de êxtase, meu corpo arqueando sob a maestria da sua boca.
Antes que eu pudesse recuperar o fôlego, eu a puxei para cima e a beijei novamente, querendo provar meu próprio desejo em seus lábios. Invertemos as posições, e agora era minha vez de explorar. Beijei a linha de sua mandíbula, a suave curva de seus seios, o umbigo, até chegar ao seu centro. Sua pele tinha o mesmo cheiro de jasmim e desejo.
Quando mergulhei minha língua nela, senti seu corpo estremecer. Ela era salgada, doce e totalmente feminina. Seus gemos se tornaram mais altos, mais suplicantes.
“Por favor, Luana… não para…”
Eu não parei. Acelerei o ritmo, segurando seus quadris enquanto ela se contorcia. Eu a observava, fascinada, enquanto seu rosto se transformava em uma máscara de puro prazer. Quando seu orgasmo a atingiu, foi com um grito abafado e uma série de tremores violentos que prenderam meus lábios nela.
Ela se debateu por um longo momento antes de colapsar no sofá, ofegante.
Deitamos ali, entrelaçadas, nossa respiração pesada preenchendo o silêncio. Sua pele estava quente e úmida contra a minha. Não precisávamos falar. Aquele momento havia reescrito tudo entre nós. Ela se levantou, vestiu-se com a mesma graça sensual com que havia se despido e, na porta, voltou-se.
“Até a próxima, cunhada”, disse com um sorriso carregado de segredos compartilhados.
E quando a porta se fechou, eu soube, com uma certeza profunda e excitante, que aquela era apenas a primeira noite de muitas.
Conto erótico enviado por Luana.
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