Conto erótico: A noite no hostel que fiz meu marido gozar sem parar

Conto erótico: A noite no hostel que fiz meu marido gozar sem parar

A chuva batia suave nas janelas do hostel, um ritmo hipnótico que combinava com o calor úmido da cidade. Estávamos no último andar, um quarto pequeno, mas com uma cama que rangeu a cada movimento. Meu marido, Lucas, me observava com um sorriso malicioso enquanto eu descia o zíper da minha saia, deixando-a cair no chão de madeira.

— Você sempre soube como me deixar louco — ele sussurrou, os dedos já traçando o contorno do meu sutiã, a pele arrepiada sob o toque.

Não era a primeira vez que nos entregávamos à paixão em lugares improváveis, mas havia algo naqueles lençóis desconhecidos, no cheiro de café e madeira queimada no ar, que tornava tudo mais intenso. Eu o empurrei suavemente contra a parede, sentindo o corpo dele responder ao meu, duro e quente. Minhas mãos desceram pelo peito dele, explorando cada curva, cada músculo tenso.

— Quero ouvir você gemer — falei, mordiscando o lóbulo da orelha dele.

Lucas não resistiu. Suas mãos agarravam meus quadris com força, enquanto eu me esfregava contra ele, sentindo o desejo crescer entre nós. A cama rangeu de novo quando o empurrei para cima dela, montando-o com lentidão deliberada. Ele gemeu baixo, os olhos fechados, as mãos explorando meu corpo como se fosse a primeira vez.

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— Assim, amor… — sua voz era rouca, quase um pedido.

Eu o obedeci, movendo-me em círculos, sentindo-o preencher cada parte de mim. O prazer era uma onda que subia, lenta e inevitável. Lucas segurou meus seios, beliscando os mamilos entre os dedos, e eu arqueei as costas, perdida na sensação. O som da chuva se misturava aos nossos suspiros, aos gemidos abafados, à cama que parecia prestes a desmoronar.

— Não para — ele implorou, as mãos agora firmes em minha cintura, guiando meus movimentos.

E eu não parei. Aumentei o ritmo, sentindo-o tremer debaixo de mim, os músculos tensos, o corpo à beira do colapso. Quando ele gozou, foi com um gemido longo, quase um grito, as unhas cravadas na minha pele. Eu o segui segundos depois, o prazer explodindo em mim como um raio, deixandonos ofegantes, suados, colados um ao outro.

A chuva continuava lá fora, mas dentro daquele quarto, só existíamos nós. E a certeza de que, mais uma vez, tínhamos nos perdido e nos encontrado no melhor dos caminhos.

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Conto erótico enviado por Mariana S., 32 anos, via mensagem anônima.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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