Conto erótico: A lentidão do prazer – Paciência, desejo e o cuzinho que não resiste

Conto erótico: A Lentidão do Prazer – Paciência, Desejo e o Cuzinho que Não Resiste

A noite estava silenciosa, exceto pelo som da chuva batendo suavemente na janela. Estávamos no meu quarto, a luz fraca da luminária criando um clima íntimo e aconchegante. Ele se aproximou por trás, suas mãos deslizando pela minha cintura, puxando meu corpo contra o dele. Eu podia sentir o calor do seu corpo, a respiração quente no meu pescoço.

Você tá pronta pra isso, Claudia? Sua voz, baixa e rouca, vibrou contra a minha pele.

Eu não respondi com palavras. Apenas me encostei mais nele, sentindo o quanto ele já estava duro, pronto.

Suas mãos exploraram meu corpo devagar, como se estivessem memorizando cada curva. Ele beijou meu pescoço, mordiscou meu ombro, enquanto seus dedos deslizavam pela minha barriga, descendo até a borda da minha calcinha. Com um movimento suave, ele a removeu, deixando-me exposta, vulnerável, mas mais excitada do que nunca.

Vou entrar devagar, ele sussurrou, a boca quente no meu ouvido. Mas você vai sentir cada centímetro.

Eu senti.

Ele se ajoelhou atrás de mim, suas mãos separando minhas nádegas com cuidado. O toque dos seus dedos na minha entrada traseira foi suave, mas firme. Eu respirei fundo, tentando relaxar, enquanto ele começava a me preparar, com movimentos lentos e circulares.

Relaxa, amor, ele murmurou. Deixa eu te fazer sentir bem.

E eu deixei.

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Quando ele finalmente começou a entrar, foi devagar, como prometido. Cada milímetro era uma nova sensação, uma mistura de prazer e uma leve dor que só tornava tudo mais intenso. Eu me agarrei à cabeça da cama, as unhas cravadas na madeira, enquanto ele avançava, pausadamente, dando tempo para que meu corpo se ajustasse a ele.

Assim, ele sussurrou, a voz trêmula de desejo. Você tá tão apertadinha.

Eu podia sentir cada movimento, cada centímetro dele preenchendo meu cuzinho, esticando-me de uma maneira que me fazia gemer. Ele parou por um momento, deixando que eu me acostumasse com a sensação, antes de começar a se mover, devagar, com um ritmo que me deixava louca.

Mais, eu ofeguei, as pernas tremendo. Por favor, mais.

Ele obedeceu.

Cada investida era lenta, mas profunda, cada movimento calculado para me levar ao limite. Eu podia ouvir a respiração dele, pesada e acelerada, enquanto ele continuava, sem pressa, saboreando cada segundo.

Você é minha, ele murmurou, os dentes cravados no meu ombro. Toda minha.

E, naquele momento, entre o som da chuva e o calor dos nossos corpos, eu soube que ele estava certo. Cada movimento, cada gemido, cada suspiro nos pertencia. E eu nunca mais esqueceria a lentidão daquele prazer.

Conto erótico enviado por Surfistinha de Copacabana.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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