
Conto erótico: A herança do meu primo safado

O apartamento estava silencioso, envolto na penumbra quente de uma tarde de sábado. Eu me arrastava entre caixas, ainda tentando me acostumar com a herança inesperada: a mudança para a cidade grande e o teto provisório que meu primo, Lucas, tinha me oferecido.
Ele era mais velho que eu uns cinco anos, e a última vez que o tinha visto, ainda era um garoto magricela. Esse não era mais o caso.
Lucas apareceu na porta do quarto, recortado contra a luz do corredor. A camiseta branca colada no suor delineava cada curva de um torso que eu não sabia que ele possuía. Os braços, tatuados e fortes, cruzavam sobre o peito.
“Precisa de ajuda com alguma coisa?” a voz dele era mais grave do que eu lembrava, um zumbido baixo que fez algo dentro de mim se contrair.
“Acho que já me viro,” respondi, tentando soar despretensiosa, mas minha voz saiu um pouco ofegante.
Ele entrou, ignorando completamente o espaço pessoal. Seu cheiro, uma mistura de sabão em barra e suor limpo, invadiu meus sentidos. Parou atrás de mim, tão perto que o calor do seu corpo era como um cobertor.
“Essa caixa é pesada,” ele sussurrou, seu hálito quente atingindo meu pescoço enquanto suas mãos, grandes e capazes, cobriam as minhas sobre a caixa que eu tentava em vão levantar. Um calafrio percorreu minha espinha, violento e delicioso. “Deixa comigo.”
Ele pegou a caixa com uma facilidade irritante, e nossos corpos se roçaram no processo. Meu seio pressionou contra seu braço, um acidente que não pareceu acidental. Nossos olhos se encontraram. O ar parou. Nos seus, eu não vi apenas a familiaridade de um primo.
Vi fome. Uma chama azul e intensa que fez meu estômago embrulhar de desejo.
Ele não se afastou. Pelo contrário. Uma de suas mãos se levantou e seu polegar deslizou lentamente sobre meu lábio inferior, um toque tão íntimo que meu queixo tremeu.
“Sempre te achei a prima mais gostosa da família, sabia?” a confissão saiu em um sopro, um segredo sujo e tentador que ele estava cansado de guardar.
“Lucas…” era um protesto fraco, um sussurro que se perdeu quando ele se inclinou e capturou meus lábios.
O beijo não foi gentil. Foi uma reivindicação. Sua língua invadiu minha boca com uma urgência que fez minhas pernas vacilarem. Minhas mãos, por vontade própria, se enterraram em seus cabelos, puxando-o para mais perto. A caixa que ele segurava caiu no chão com um baque surdo, mas nenhum de nós deu atenção.
Suas mãos percorreram minhas costas, achando o zíper do meu vestido. O tecido cedeu, deslizou pelos meus ombros e formou um pool de tecido aos meus pés. Fiquei apenas de calcinha, o ar frio da tarde contrastando com a pele em chamas.
Seus olhos percorreram meu corpo com uma devassidão que deveria ser criminosa, e eu me senti mais desejada do que nunca na minha vida.
Conto erótico: A música e o vizinho safado“Deita na cama,” ele ordenou, sua voz rouca de desejo.
Deitei. Ele se livrou da própria camisa, e eu pude finalmente apreciar a vista: abdômen definido, ombros largos, a linha que levava para baixo do seu jeans, onde uma saliência evidente prometia mais. Ajoelhou-se na cama, entre minhas pernas, e suas mãos começaram uma exploração lenta e meticulosa.
Dedos ásperos traçaram caminhos dos meus joelhos até as minhas coxas, abrindo-me para ele.
Quando sua boca encontrou meu centro, através do tecido fino da calcinha, eu arquei as costas e soltei um gemido abafado. A língua dele era um instrumento de tortura divina, pressionando, circulando, fazendo-me perder completamente a noção de tempo e lugar.
Ele puxou minha calcinha para o lado e, então, não havia mais barreiras. O contato direto, quente e úmido da sua língua me levou à beira do abismo em segundos. Meus dedos se enrolaram nos lençóis, e eu gemei seu nome, uma súplica e uma oração.
Ele subiu sobre mim, seu corpo um peso glorioso. O olhar estava incandescente.
“Quero te ouvir gemer,” ele sussurrou, sua boca perto da minha orelha. “Quero que a vizinhança toda saiba quem está te fodendo agora.”
Empurrou para dentro. Um suspiro rouco escapou dos meus lábios. Era uma invasão perfeita, uma sensação de preenchimento que eu nem sabia que precisava. Ele começou a se mover, um ritmo lento e profundo que construía uma tensão insuportável dentro de mim.
Cada embate seus quadris contra os meus acendia um novo fogo. O som de nossos corpos se encontrando, úmidos e quentes, encheu o quarto.
Minhas unhas cravaram-se em suas costas, marcando a pele. Seus gemidos, baixos e guturais, eram o som mais erótico que eu já tinha ouvido. O ritmo acelerou, tornando-se selvagem, descontrolado. O mundo se reduziu àquele movimento, àquele suor, àquele desejo puro e primordial.
A tensão que ele tinha construído tão cuidadosamente explodiu em um clímax avassalador.
Um grito abafado contra seu ombro, meu corpo convulsando sob o dele, enquanto ondas de prazer me consumiam. Ele segurou um momento, fundo dentro de mim, antes de seu próprio rugo de liberação, e eu senti o calor do seu orgasmo.
O silêncio que se seguiu era pesado, doce, cheio do cheiro de nossos corpos. Ele desabou ao meu lado, ofegante. Seu braço envolveu minha cintura, puxando-me para perto. Não precisávamos falar. O segredo estava selado, o desejo, saciado por enquanto.
E eu sabia, com uma certeza que me percorreu até o âmago, que aquela tarde era apenas o começo da herança mais safada que eu poderia ter imaginado.
Conto erótico enviado por Luana.
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