Conto erótico: A fantasia animada

Conto erótico: A Fantasia Animada

A tela do meu laptop brilhava com uma luz azulada, iluminando o quarto escuro. Na tela, duas figuras animadas estavam entrelaçadas, seus corpos desenhados com linhas ousadas em meio a atos que eu só ousava fantasiar.

Meus dedos corriam pelo teclado, não para escrever, mas para responder à mensagem dele. "Você assistiu?" O texto dele apareceu instantaneamente. "Estou assistindo com você."

Um calafrio percorreu meu corpo. A ideia dele, a quilômetros de distância, vendo a mesma coisa, pensando nos mesmos pensamentos, era incrivelmente excitante. "E se... fosse a gente?", digitei, meu coração batendo forte.

A resposta dele veio rápido, um convite ousado. "Feche os olhos. Imagine."

Eu obedeeci. A escuridão do meu quarto se transformou. Eu não era mais eu. Meus cabelos ganham uma cor impossible, um rosa neon que brilhava mesmo sem luz. Meus olhos, enormes e expressivos, fitavam um homem que não era mais ele, mas uma versão dele desenhada com traços fortes e um sorriso perigoso. Estávamos em um mundo onde as regras da física não se aplicavam, onde o desejo era a única lei.

Ele se aproximou, e seu toque não era de pele, mas de eletricidade. Quando seus dedos desenhados roçaram meu braço, senti um zumbido real em minha própria pele. Nossos lábios se encontraram, e o beijo foi um estalo de cores, uma explosão de energia que percorreu meu corpo inteiro. Era um beijo de mangá, intenso e sem limites.

"Você gosta disso?", a voz dele ressoou em minha mente, um eco da mensagem que ele acabara de enviar. "Você gosta de ser a minha heroína?"

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Eu não respondi. Mostrei. Em minha fantasia, eu o empurrei contra uma parede que não existia. Meus joelhos se dobraram no chão virtual, e minhas mãos, que agora pareciam ter vida própria, desabotoaram a calça dele. A figura animada dele ficou exposta, e eu o devorei com os olhos antes de levá-lo à minha boca. O ato era gráfico, liberado, como nos quadrinhos que nos inspiravam. Não havia vergonha, apenas prazer puro e estilizado.

De volta ao meu quarto, minha própria mão deslizou para dentro da minha calcinha, o tecido já molhado. Eu me toquei, imaginando que era a língua dele, o calor dele. O som da minha própria respiração ofegante se misturava com o zumbido silencioso do computador.

A fantasia avançou. Ele me ergueu, meus pés não tocando o chão. Ele me enterrou contra a parede, e seu corpo animado entrou no meu com uma força que me fez arquear as costas na cama de verdade. O ritmo era rápido, sobrenatural, cada golpe me levando mais perto de um clímax que parecia vibrar em uma frequência mais alta.

Meus dedos se moviam mais rápido, espelhando a cena na minha cabeça. Eu podia ouvir os gemidos dela, a minha personagem, misturados com os meus. O mundo real desapareceu. Só existíamos nós, em nosso universo de pixels e paixão.

Quando o orgasmo me atingiu, foi como uma explosão de estrelas em um céu de anime. Minhas pernas tremeram, um grito abafado escapou de meus lábios. Eu fiquei parada por um longo momento, ofegante, a luz do laptop ainda brilhando em meu rosto suado.

No chão, a mensagem dele piscava. "Agora é a minha vez de imaginar." E eu sabia que a noite ainda mal havia começado.

Conto erótico enviado por Beatriz.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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