
Conto erótico: Áries safadeza sem limite

O primeiro olhar foi como um raio. Não o tipo que destrói, mas aquele que ilumina tudo ao redor, revelando detalhes que antes passavam despercebidos. Eu estava no bar do hotel, um daqueles lugares onde o tempo parece suspenso, com uma iluminação dourada que transformava cada copo em um objeto de desejo. E foi ali, entre o brilho do uísque e o murmúrio das conversas, que a vi.
Ela estava sentada sozinha, com um vestido vermelho que parecia feito de chamas. Não era apenas a cor, mas a maneira como o tecido se movia com ela, como se fosse uma segunda pele. Os cabelos castanhos, levemente ondulados, caíam sobre os ombros como uma cascata que eu queria explorar com os dedos. Mas não era só a aparência. Havia algo no jeito como ela segurou o copo, como os lábios roçaram a borda antes de beber, como se cada gesto fosse calculado para provocação.
Eu não sou de me aproximar de estranhos, mas naquela noite, algo em mim mudara. Talvez fosse o ar quente de São Paulo, ou o fato de que eu estava há dias imerso em uma rotina que não me pertencia mais. Ou talvez fosse apenas ela. Respirei fundo, ajustei a camisa e me levantei. Cada passo em sua direção era uma batalha entre a razão e o desejo. O que eu diria? E se ela me ignorasse? Mas quando nossos olhares se encontraram, soube que não haveria volta.
— Posso sentar? — perguntei, com a voz mais firme do que eu me sentia.
Ela sorriu, um sorriso lento, como se já soubesse a resposta. — Depende. Você vai me oferecer uma bebida ou só a sua companhia?
Aquilo foi suficiente. Sentei-me, e o mundo ao redor pareceu desvanecer. O cheiro dela era uma mistura de baunilha e algo mais, algo selvagem, como um perfume que não se contentava em ser apenas sentido, mas queria ser vivido. Pedimos drinks, e a conversa fluiu como se já nos conhecêssemos há anos. Ela se chamava Larissa, e cada palavra que saía de sua boca era uma promessa não dita.
— Você é de Áries? — perguntei, notando a intensidade em seus olhos.
— Sim. E você, o que acha que isso diz sobre mim? — ela respondeu, brincando com a borda do copo.
Conto erótico: Signo de aquário foi muito além do que eu esperava no dia— Que você é impulsiva. Apaixonada. E que não tem medo de pegar o que quer.
Ela riu, um som que ecoou em mim como um convite. — E você? É corajoso o suficiente para descobrir se estou à altura do meu signo?
O ar entre nós ficou pesado, carregado de uma tensão que não era apenas física, mas também emocional. Eu sabia que estava brincando com fogo, mas não queria recuar. Quando suas mãos roçaram a minha ao alcançar o copo, foi como uma faísca. Um toque acidental, mas que queimou mais do que qualquer intenção.
— Acho que você já sabe a resposta — falei, sem desviar o olhar.
Larissa não respondeu com palavras. Em vez disso, ela se inclinou levemente para frente, e eu senti o calor de seu corpo, como se o espaço entre nós fosse uma fornalha. — Vamos para o meu quarto — ela sussurrou, e não foi uma pergunta.
O elevador subiu devagar, cada segundo uma eternidade. Eu a observava pelo reflexo do espelho, e ela me observava de volta, os olhos escuros com um brilho que eu não conseguia decifrar. Quando a porta se abriu, ela saiu primeiro, e eu a segui, como se fosse um ímã atraído por seu campo gravitacional.
O quarto era escuro, iluminado apenas pela luz fraca de uma lâmpada de mesa. Ela acendeu uma vela, e a chama dançou entre nós, como se fosse um espetáculo só nosso. Quando finalmente nos tocamos, foi como se o tempo tivesse parado. Suas mãos exploraram meu peito, e eu senti cada centímetro de sua pele como um mapa que eu queria memorizar. Não houve pressa. Cada beijo, cada carícia, era uma descoberta, uma confirmação de que aquele momento era único.
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E quando finalmente nos fundimos, foi como se o universo inteiro tivesse conspirado para nos trazer até ali. Não havia mais dúvidas, nem medos. Só o aqui e agora, e a certeza de que, por uma noite, éramos apenas nós dois, e nada mais importava.
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Conto erótico: Signo de capricórnio o sonho da minha vidaConto erótico enviado por Marina Silva, de Florianópolis.
Conteúdo proibido para menores de 18 anos. Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)
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