
Conto erótico: Traída pelo marido, mas vingada com o melhor amigo

A noite caía sobre a cidade como um manto quente, pesado de promessas não cumpridas. Eu estava no sofá, um copo de vinho tinto quase intocado na mesa de centro, quando o celular vibrou.
A tela iluminou o ambiente escuro com uma mensagem que não deveria existir: "Não posso esperar para repetir amanhã. Você é incrível." Era do meu marido. Mas não para mim.
O nome dela não importava. O que importava era o fogo que subiu pela minha garganta, a raiva queimando mais forte que o álcool no copo. Eu não choraria. Não suplicaria. Não me humilharia. Em vez disso, sorri. Porque eu tinha um plano.
Lembrei-me das noites em que Lucas, o melhor amigo de Marcos, ficava até tarde em nossa casa. O jeito como seus olhos escuros demoravam um segundo a mais em mim quando achava que ninguém via.
O toque acidental de seus dedos nos meus, sempre carregado de uma tensão que ambos fingíamos ignorar. Ele era alto, forte, com mãos que prometiam muito mais do que um aperto de mão casual.
Naquela noite, não haveria acidentes.
O bar estava quase vazio quando entrei. A luz amarela das luminárias criava sombras profundas nos cantos, e o cheiro de uísque misturado a madeira envelhecida envolvia tudo. Lucas já estava lá, sentado no balcão, a camisa branca colada ao corpo como se tivesse sido feita só para ele.
Quando me viu, seus lábios se curvaram em um sorriso lento, quase predatório.
— Não esperava te encontrar aqui — disse ele, a voz rouca como areia quente.
— Às vezes, a gente precisa de uma pausa — respondi, deslizando para o banco ao lado dele. Meus dedos roçaram os seus, e o ar entre nós ficou mais denso.
Ele pediu dois copos de bourbon. O primeiro gole queimou, mas o segundo foi suave, como a promessa que dançava em seus olhos.
— Você sabe por que estou aqui, Lucas?
Conto erótico: Primeira vez com dois machosEle não respondeu com palavras. Em vez disso, sua mão encontrou a minha debaixo do balcão, dedos entrelaçando os meus com uma posse que me fez tremer. O toque era quente, firme, e eu deixei escapar um suspiro que não tinha nada de inocente.
— Eu sei — murmurou, aproximando os lábios do meu ouvido. — E não vou te decepcionar.
O apartamento dele ficava a dez minutos dali. Cada passo até a porta foi uma tortura deliciosa. Assim que entramos, Lucas me empurrou contra a parede, seus lábios colidindo com os meus em um beijo que era pura vingança.
Não era doce. Não era gentil. Era duro, faminto, e eu respondi com a mesma fúria, minhas unhas cravando em seus ombros enquanto ele me levantava como se eu não pesasse nada.
O quarto cheirava a lençóis limpos e a algo mais, algo masculino e intoxicante. Ele me jogou na cama, e eu ri, um som baixo e perigoso, enquanto suas mãos rasgavam a blusa que eu usava. Cada peça de roupa que caía no chão era uma vitória. Cada gemido que escapava dos meus lábios, uma confirmação de que eu estava no controle.
Lucas não era um amante passivo. Suas mãos exploravam, dominavam, e quando seus dentes mordiscaram meu pescoço, eu arqueei as costas, oferecendo mais. Ele sabia exatamente onde tocar, como tocar, e cada movimento era uma resposta direta aos meus suspiros, aos meus pedidos silenciosos.
— Você é minha esta noite — rosnou, enquanto suas mãos deslizavam entre minhas coxas. — E eu vou te fazer esquecer de tudo.
E ele fez.
A manhã chegou com a luz filtrando pelas cortinas, e eu me estiquei na cama, sentindo cada músculo dolorido como uma medalha. Lucas dormia ao meu lado, o peito subindo e descendo em um ritmo tranquilo. Eu não me arrependia. Não de um segundo.
Quando meu celular vibrou novamente, sorri ao ver a mensagem de Marcos: "Onde você está? Precisamos conversar." Desta vez, a resposta foi fácil.
"Já conversei. E foi incrível."
Conto erótico enviado por Mariana S.
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