
Conto erótico: A noite do sexo com os pés

A porta do meu apartamento se abriu e entrei, exausta após mais um dia no escritório. Meus sapatos de salto pareciam pesos de chumbo, e a primeira coisa que fiz foi kická-los para longe. A sensação do carpete macio sob meus pés foi quase um orgasmo em si mesma.
Era sexta-feira e eu esperava meu encontro com Marcos. Ele chegaria em breve, mas decidi aproveitar esses momentos de solitude. Sentei no sofá, flexionando os dedos dos pés, sentindo cada músculo relaxar. Meus pés, sempre tão negligenciados, agora se tornavam o centro de minha atenção.
A campainha tocou. Marcos estava na porta, com seu sorriso contagiante e aquele brilho nos olhos que sempre me despertava. Beijamo-nos com a fome de quem se deseja há dias.
"Você parece cansada", ele notou, me guiando até o sofá.
"Estou. Meus pés doem tanto que mal consigo pensar em outra coisa."
Sua resposta foi um sorriso malicioso. "Deixa eu cuidar disso."
Marcos ajoelhou-se diante de mim, tomando meu pé em suas mãos. Seus dedos começaram a massagear meu arco, pressionando pontos que eu nem sabia existir. Fechei os olhos, entregando-me àquele prazer súbito e intenso.
Conto erótico: o dia da masturbação com os pés"Seus pés são lindos", ele sussurrou, seus lábios roçando meus tornozelos. "Tão delicados."
Seus beijos subiram lentamente, da base do meu calcanhar até os dedos, onde sua língua traçou círculos ao redor de cada unha pintada de vermelho escuro. Minha respiração acelerou, uma onda de calor percorrendo meu corpo.
Quando ele levou meu dedão do pé à boca, sugando-o gentilmente, um gemido escapou de meus lábios. A conexão entre essa sensação e o desejo que crescia entre minhas pernas era inegável, quase elétrica.
Marcos alternava entre massagens firmes e carícias delicadas, seus olhos fixos nos meus, desafiadores. Cada toque nos meus pés ecoava em outras partes do meu corpo, despertando um anseio que se tornava insuportável.
"Por favor", eu murmurei, sem saber exatamente o que pedia.
Ele pareceu entender. Com movimentos precisos, despi-me lentamente, seus lábios nunca abandonando meus pés. Quando finalmente me enterrou em seu colo, a conexão entre nós era total, completa.
Naquela noite, descobri um prazer que jamais imaginara possível, uma nova forma de intimidade que transformaria nossos encontros para sempre.
Conto erótico: o dia da masturbação com os pés
Conto erótico: Os passos que me levaram ao prazerConto erótico enviado por Laura Mendes
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