
Conto erótico: Solteira e livre

A noite estava quente e úmida, típica de verão. Minha pele brilhava sob a luz fraca da rua enquanto caminhava pelo bairro, os saltos fazendo som rítmico no asfalto. Como mulher solteira, aprendi a apreciar esses momentos de liberdade, de poder ir e vir sem dar satisfações.
A porta do bar se abriu com um rangido familiar. O local estava quase vazio, apenas alguns casais em cantos escuros e o barman limpando copos. Meu vestido vermelho colou no corpo quando sentei no balcão, sentindo o tecido frio contra minha pele aquecida.
"Whisky, gelo." A voz saiu mais rouca do que esperava.
Ele apareceu como se do nada. Alto, olhos escuros que pareciam devorar, camisa social aberta no peito. Sentou ao meu lado sem pedir permissão, o cheiro masculino invadindo meu espaço pessoal.
"Uma mulher bonita como você não deveria beber sozinha."
Seus dedos tocaram levemente minha nuca, enviando ondas de eletricidade por todo meu corpo. Virei o rosto, encontrando seu olhar intenso. Não havia rodeios ali, apenas desejo puro e direto.
"E quem disse que estou sozinha?" A provocação saiu natural, meu lábio inferior tremendo ligeiramente.
Ele sorriu, um canto da boca subindo mais que o outro. "Ninguém. Mas poderia não estar."
O whisky chegou. O gelo bateu no copo enquanto eu bebia em goles longos, sentindo o líquido queimar minha garganta. Sua mão agora repousava em minha coxa, polegar esfregando lentamente, quase imperceptivelmente.
"Seu apartamento é perto?" A pergunta veio baixa, quase um sussurro.
Conto erótico: A noite do sexo com os pésAssenti sem palavras, o coração batendo forte contra as costelas. A caminhada até meu prédio foi silenciosa, a tensão entre nós crescendo a cada passo. No elevador, suas mãos encontraram meu corpo, explorando curvas com pressa e precisão.
A porta mal se fechou e ele me pressionou contra a parede. Seus lábios eram firmes, exigentes, saboreando cada centímetro de minha boca. Minhas mãos desabotoaram sua camisa, dedos traçando os contornos de seu peitoral.
"Quero você." A frase saiu ofegante, necessidade pura.
Ele respondeu levantando meu vestido, dedos deslizando pela minha lingerie úmida. Meu corpo arqueou, pedindo mais. A cama parecia distante demais, então o chão se tornou nosso palco. Roupas voaram, peles se encontraram, suor misturado ao perfume.
Cada toque era uma descoberta, cada beijo uma promessa. Seus lábios percorreram meu pescoço, seios, abdômen. Minhas unhas marcaram suas costas enquanto ele explorava minha intimidade com maestria. O ritmo aumentou, respirações ofegantes preenchendo o quarto escuro.
A explosão veio como onda, forte e incontrolável. Meu corpo tremeu, visão embaçada, mente vazia exceto pela sensação avassaladora. Ele seguiu logo depois, um gemido profundo escapando de seus lábios.
Deitamos lado a lado, corações ainda acelerados. A lua entrava pela janela, iluminando sorrisos satisfeitos.
"Volto amanhã?" Ele perguntou, dedos brincando com meu cabelo.
"Depende." Sorri. "Se você me encontrar no mesmo bar."
A liberdade de ser solteira tinha seus privilégios.
Conto erótico: A noite do sexo com os pés
Conto erótico: o dia da masturbação com os pésConto erótico enviado por Mariana Santos.
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