
Conto erótico: Noite de blocos e desejos no Overworld

A luz do luar filtrava pelas folhas das árvores gigantes, pintando o chão de prata. O mundo de Minecraft nunca fora tão vivo quanto naquela noite. Eu, Alex, exploradora de terras desconhecidas, havia construído minha cabana de madeira perto de um lago cristalino. Mas não era a paisagem que me mantinha acordada. Era ele.
Steve, com seus olhos verdes e aquele sorriso que prometia mais do que apenas uma aventura pelos biomas. Ele chegou sem avisar, como sempre fazia, trazendo consigo o cheiro de madeira queimada e terra molhada. Sua armadura de ferro brilhava sob a luz das tochas que eu havia colocado na entrada.
— Você não deveria estar sozinha aqui — disse ele, encostando-se no batente da porta. A voz rouca, o tom baixo, como se cada palavra fosse um convite.
— E quem vai me proteger? — perguntei, deixando o machado de lado e me aproximando. Meus dedos roçaram os dele quando peguei a maçã que ele oferecia. A fruta estava fresca, doce, mas não era isso que eu queria provar.
Ele não resistiu. Suas mãos, calejadas de tantasmuitas batalhas contra creepers, deslizaram pela minha cintura, puxando meu corpo contra o seu. A armadura fria contrastava com o calor que irradiava debaixo dela. Senti o peso do seu peitoral contra os meus seios, a respiração acelerada enquanto seus lábios encontraram meu pescoço.
— Há quanto tempo você queria isso? — murmurei, inclinando a cabeça para dar acesso à pele sensível abaixo da orelha.
— Desde a primeira vez que te vi construir essa cabana — confessou, os dedos agora brincando com as amarras do meu colete de couro. — Ninguém mais faz fogo como você.
O riso escapou dos meus lábios, mas se transformou em um gemido quando sua boca capturou a minha. Não era um beijo suave. Era fome, era necessidade, era o som de blocos de TNT explodindo em nosso peito. Suas mãos desceram, explorando cada curva, cada detalhe que o couro deixava à mostra. Meus dedos tremiam ao desamarrarem as correias da sua armadura, revelando a pele quente e suada por baixo.
Conto erótico: Noite de chuva em Tóquio e o toque proibido— Preciso de você — ele sussurrou contra meus lábios, a voz quebrada. — Não só aqui. Em todo lugar.
Não houve resposta. Apenas ação. Empurrei-o contra a mesa de crafting, os mapas e as ferramentas caindo no chão com um barulho surdo. O mundo lá fora podia esperar. Os mobs, as missões, as construções inacabadas — nada importava mais do que o jeito como suas mãos me levantaram, me colocando sobre a superfície de madeira.
Seus lábios traçaram um caminho de fogo pela minha clavícula, descendo até onde o couro já não cobria mais. Cada toque era uma promessa, cada respiração ofegante, um pedido. Quando finalmente nos fundimos, foi como se o próprio mundo de Minecraft tivesse parado para assistir. O ritmo era urgente, quase desesperado, como se a qualquer momento um enderman pudesse nos interromper.
Mas não havia monstros ali. Só nós dois, e o som dos nossos corpos se encontrando, mais intenso do que qualquer explosão de creeper.
Depois, quando a poeira baixou, ficamos deitados no chão da cabana, entre pedaços de madeira e ferramentas espalhadas. Steve traçou círculos na minha pele com os dedos, enquanto eu ouvia o som do lago lá fora, as ondas batendo suavemente na margem.
— Acho que vamos precisar reconstruir essa mesa — ele riu, baixinho.
— Ou só construir uma nova — respondi, virando-me para encará-lo. — Uma maior.
Seus olhos brilharam com a ideia. E eu soube, naquele momento, que nossa próxima aventura já estava apenas começando.
Conto erótico: Noite de chuva em Tóquio e o toque proibido
Conto erótico: Noites de chuva e desejo em SeattleConto erótico enviado por Mariana S., 28, exploradora de mundos digitais e analógica.
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