
Conto erótico: O conto gay mais quente que você vai encontrar!

A noite caía sobre a cidade como um manto úmido, colado à pele. O prédio corporativo, quase vazio, respirava o silêncio dos que já haviam ido embora. Só eu, Lucas, e ele, Daniel, ficamos.
O elevador, um cubo de aço e espelhos, era o único espaço entre o 12º andar e o térreo. E, naquela hora, era só nosso.
A porta deslizou com um chiado suave. Ele entrou atrás de mim, o cheiro de seu perfume cítrico misturado ao suor do dia. Não precisamos trocar palavras. Nossos olhos se encontraram no reflexo do espelho, e ali, entre o brilho metálico e a luz amarela, tudo ficou claro.
A tensão que vinha se acumulando por semanas, em olhares furtivos e sorrisos contidos, agora não tinha mais onde se esconder.
— Você sempre sobe sozinho? Sua voz, grave e rouca, quebrou o silêncio.
— Só quando sei que você está por perto. Minha resposta saiu antes que eu pudesse pensar. O ar entre nós ficou mais denso, quase palpável.
Ele se aproximou, devagar, como se temesse que eu recuasse. Mas não recuei. Seu corpo, quente e firme, encostou no meu pelas costas. Senti suas mãos deslizarem pela minha cintura, os dedos pressionando levemente a barra da minha camisa. Um arrepio percorreu minha coluna.
— Alguém pode entrar — murmurei, mais por obrigação do que por medo.
— Então a gente faz rápido. Sua boca roçou meu pescoço, e o calor de seu hálito me fez fechar os olhos. As portas do elevador se fecharam, e o mundo lá fora deixou de existir.
Conto erótico: A Fortaleza de São José de Macapá, um lugar histórico e cheio de mistériosSuas mãos subiram, desabotoando minha camisa com uma urgência que me deixou sem fôlego. Cada toque era uma promessa, cada suspiro um convite. Quando seus lábios encontraram os meus, foi como se um fogo se acendesse dentro de mim.
A língua dele, quente e insistente, explorou minha boca enquanto suas mãos desciam, desamarrando o cinto, abrindo a calça.
— Você é ainda melhor do que eu imaginava — ele sussurrou, os dedos agora envoltos em mim, me fazendo gemer baixinho.
O elevador balançou levemente, como se a cidade inteira soubesse o que estávamos fazendo. Cada movimento dele era preciso, calculado para me levar ao limite sem nunca ultrapassar a linha do que era seguro. O prazer crescia em ondas, quente e inevitável, até que não houve mais como segurar.
Quando o orgasmo veio, foi como uma descarga elétrica, intensa e avassaladora. Ele me segurou firme, sua respiração ofegante no meu ouvido, enquanto eu me entregava completamente àqueles segundos de êxtase puro.
As portas se abriram no térreo. Ninguém estava lá. A cidade continuava indiferente, mas nós dois sabíamos: nada seria igual depois daquela noite.
— Até amanhã — ele disse, ajustando a roupa com um sorriso que prometeu muito mais.
E eu soube, enquanto o via se afastar, que aquele não seria nosso último encontro.
Conto erótico enviado por Rafael, 32 anos, advogado.
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Conto erótico: Noite de paixão na orlaEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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