
Conto erótico: A tia que despertou meus desejos mais ocultos

O apartamento da minha tia Carolina sempre foi meu refúgio. Desde que me mudei para a cidade para a faculdade, aquela sala aconchegante, sempre com um cheiro doce de velas e jasmim, era meu porto seguro. Mas naquela noite, algo era diferente.
Eu tinha vinte e um anos; ela, quarenta e dois. Uma mulher espetacular, daquelas que parecem ter descoberto o segredo da juventude eterna. Seus cabelos castanhos sempre caíam em ondas perfeitas sobre os ombros, e seus olhos verdes tinham um brilho de quem sabia coisas que eu nem sonhava.
Cheguei mais cedo para o jantar que havíamos combinado. Ela abriu a porta vestindo um roupão de seda cor de vinho, que se abriu levemente, revelando a curva de um seio e a sugestão de um decote profundo. O coração acelerou no meu peito.
"Entre, querido. Estava só terminando de me arrumar," disse ela, com uma voz mais rouca que o normal.
Enquanto ela se retirava para o quarto, eu me sentei no sofá, tentando não olhar para o vão da porta entreaberta. Ouvi o farfalhar de tecidos, o clique de um salto alto sendo calçado. Minha imaginação trabalhava a mil.
Quando ela reapareceu, prendeu minha respiração. Vestia um vestido preto, simples e devastadoramente elegante, que se moldava a cada curva do seu corpo como uma segunda pele. O tecido caía sobre seus seios generosos e marcava a cintura fina antes de escorrer sobre os quadris.
Suas pernas, infinitas, terminavam em saltos altos que faziam seus músculos das panturrilhas se tensionarem de forma irresistível.
O jantar foi uma tortura deliciosa. Cada gesto dela era um estudo em sensualidade. Levar o copo de vinho aos lábios, molhá-los levemente com a língua, inclinar-se para a frente para pegar o pão, dando-me um vislumbre do vale entre seus seios. A conversa fluía, mas as entrelinhas eram carregadas de uma eletricidade nova.
"Você está um homem tão diferente, tão... confiante," ela comentou, passando os dedos pela taça. Seu olhar não era mais o de uma tia, era o de uma mulher.
"E você está deslumbrante, Carol. Como sempre," respondi, o codinome de família saindo mais íntimo do que deveria.
Um sorriso lento se abriu em seus lábios. Ela se levantou e veio até o meu lado da mesa. O cheiro do seu perfume, amadeirado e sensual, me envolveu.
"Sabia que eu te convidei hoje por um motivo, não é?" sussurrou, passando os dedos pelos meus cabelos. Um calafrio percorreu minha espinha. "Estou cansada de ser só a tia Carolina para você."
Antes que eu pudesse responder, sua mão encontrou a minha, puxando-me para cima. O contato foi um choque. Ela me levou para a sala, onde uma música suave começou a tocar.
"Dança comigo," pediu, não como uma pergunta, mas como uma ordem suave.
Coloquei as mãos na sua cintura, sentindo a fina seda do vestido e, sob ela, o calor do seu corpo. Ela se encaixou perfeitamente em mim, seus seios pressionando meu peito, sua coxa entre as minhas. Movíamos-se lentamente, um ritmo primal que não tinha nada a ver com a música.
Seus olhos não saíam dos meus. Vi a confirmação de tudo o que eu esperava: desejo puro, não filtrado. Ela ergueu a mão, passando o polegar pelo meu lábio inferior.
Conto erótico: A herança da mamãe"Eu sempre te quis," confessou, sua voz um sopro quente contra minha boca. "Desde que você deixou de ser um menino."
Aquilo quebrou qualquer barreira que restasse. Enterrei a mão em seus cabelos e puxei seu rosto para o meu. O beijo não foi gentil. Foi faminto, desesperado, anos de tensão reprimida explodindo naquele momento. Nossas línguas se encontraram numa dança úmida e lasciva, e o gosto dela era de vinho tinto e promessas.
Minhas mãos desceram pelas suas costas, apertando suas nádegas através do vestido. Um gemido baixo escapou de sua garganta, vibrando contra meus lábios.
"Quero sentir você," ela arfou, soltando as costas do meu botão da camisa com dedos ágeis. "Preciso sentir sua pele."
Em segundos, estávamos meio despidos no sofá. Meu peito nu contra o roupão aberto dela. A visão dos seus seios, pesados e firmes, com mamilos escuros e eretos, me deixou tonto. Inclinei a cabeça e capturei um deles com a boca. Ela gritou, arquando as costas, seus dedos se enterrando nos meus ombros.
Suas mãos não estavam paradas. Abriu meu cinto e a fechadura da minha calça com uma urgência que me deixou louco. Quando sua mão fechou em volta do meu membro, já latejante e duro, eu jurei baixo.
"Por favor," ela suplicou, deitando-se de costas no sofá e puxando-me para cima dela. Seus joelhos se abriram, convidando. "Não aguento mais esperar."
A penetração foi uma revelação. Um gemido gutural saiu de nós dois ao mesmo tempo. Ela era incrivelmente quente e apertada, envolvendo-me completamente. Comecei a me mover, e cada embate era um passo mais fundo no paraíso.
Seus quadris encontravam os meus num ritmo perfeito, seus gemidos se tornando mais altos e suplicantes.
"Assim... assim, meu amor," ela gritava, suas unhas marcando minha pele.
O mundo se reduziu ao som da nossa pele se encontrando, dos nossos suspiros ofegantes, do cheiro do nosso sexo no ar. A tensão que construímos por anos explodiu num clímax avassalador. Eu a vi perder o controle primeiro, seu corpo se contorcendo violentamente debaixo de mim, um grito abafado contra meu ombro.
A visão foi o meu fim, e eu me entreguei à minha própria libertação, jorrando dentro dela com um rugo abafado.
Ficamos deitados, entrelaçados, ofegantes, por um tempo que pareceu uma eternidade. O suor esfriava em nossas peles. Ela virou o rosto e me beijou, um beijo lento e profundo, agora cheio de cumplicidade.
"Finalmente," sussurrou ela, um sorriso de satisfação felina nos lábios.
E eu soube que nada entre nós seria como antes. E que estava perfeitamente bem com isso.
Conto erótico enviado por Rafael zé pequeno.
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