Conto erótico: Quando ele gozou na minha boca

Conto erótico: Quando ele gozou na minha boca

A noite caía sobre a cidade como um manto quente, espesso. O ar condicionado do meu apartamento mal conseguia competir com o calor que já ardia entre nós.

Lucas estava deitado na minha cama, os músculos definidos do abdômen se contraindo a cada respiração, enquanto eu me ajoelhava entre suas pernas, sentindo o peso do seu desejo nos meus lábios.

Ele não precisava pedir. Bastava o modo como seus dedos se enredavam nos meus cabelos, a tensão no maxilar, a forma como os quadris se erguiam em busca de mais. Eu já sabia o que ele queria. E, mais do que isso, eu queria dar.

A primeira vez que o provei, foi um choque de prazer e poder. A textura aveludada, o gosto salgado e intenso, a maneira como ele se entregava por completo, gemendo meu nome como uma prece. Dessa vez, não havia pressa. Não havia limites.

— Você gosta de me ver assim — murmurei, passando a língua pela ponta latejante, sentindo-o estremecer. — Gosta de saber que sou eu quem decide quando você perde o controle.

Lucas não respondeu com palavras. Suas mãos apertaram com mais força, os dedos tremendo enquanto eu o levava cada vez mais fundo, explorando cada centímetro com uma lentidão calculada. O sabor dele era viciante, uma mistura de suor, musk e algo primitivo que me fazia querer mais.

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— Porra, Ana… — Sua voz era áspera, quebrada. — Não para.

Não ia parar. Não enquanto seus músculos se tensionavam, não enquanto sua respiração se tornava ofegante, não enquanto eu sentia o corpo dele se preparar para a explosão final.

E então veio. Quente, espesso, incontrolável. Um jorro após o outro, enchendo minha boca com o gosto cru da sua entrega. Engoli tudo, saboreando cada gota, cada tremor que percorria seu corpo. Ele se afundou nos travesseiros, os olhos fechados, os lábios entreabertos em um suspiro longo e satisfeito.

Quando finalmente me soltei, passei o dorso da mão pela boca, olhando para ele com um sorriso que prometia muito mais.

— Ainda não acabou — sussurrei, subindo pelo seu corpo até encontrar seus lábios. — A noite é nossa.

Conto erótico enviado por Mariana S., 32 anos, designer e amante das noites que queimam devagar.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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