
Conto erótico: O Oscar do prazer a três

As luzes do saguão brilhavam como ouro líquido. O Grammy estatal, o Oscar real, estava na minha mão. O metal pesado e frio contrastava com o calor que subia pelo meu pescoço. Beatriz me puxou pelo braço para dentro do suíte presidencial.
Ela usava um vestido preto de costas nuas que fazia jus ao tapete vermelho. Mas a noite não era sobre premiações. Era sobre a celebração da pele. Entramos na sala espaçosa e a porta se trancou com um clique seco.
Ele já estava lá. Pedro, o ator coadjuvante daquele filme. Ele tirava a gravata, o olhar predatório fixo em nós. O arquétipo do amante dominante flutuava no ar pesado do quarto. Eu coloquei a estatueta na mesa de cristal. O símbolo máximo de aprovação pública seria testemunha da nossa intimidade privada.
Vem cá, disse Pedro, abrindo os braços.
Beatriz não perdeu tempo. Ela foi até ele, desafiando a altura dele com um beijo que sugou o ar do ambiente. Eu assisti, sentindo a umidade crescer entre minhas pernas. A dinâmica de poder mudou. No palco eu fui a protagonista, mas ali eu era a plateia e a atração.
Tirei meus sapatos, sentindo o carpete macio sob os pés. A jaqueta do tuxedo caiu no chão.
Pedro separou se de Beatriz e me chamou com um dedo. Caminhei até eles. Suas mãos grandes seguraram meu rosto, beijando me com uma fome que me deixou fraca. Eu sentia o cheiro de álcool e perfume masculino.
Beatriz se aproximou por trás, seus seios pressionando minhas costas. O contato triplo foi eletrizante. Duas mãos masculinas e quatro femininas exploravam meu corpo.
A roupa era um obstáculo inútil. Pedro desabotoou minha camisa com pressa, beijando a pele exposta. Beatriz desceu o zíper do vestido dele. Ficamos em um emaranhado de tecidos caros no chão. A nudez era libertadora. O corpo dele era escultural, definido por horas de academia.
O pênis dele estava duro, pulsando, pronto para a cena. O de Beatriz era curvilíneo, macio e convidativo.
Conto erótico: Eu pedi para ele gozar fora, mas não aguentouPedro me empurrou de bruços na cama grande. Eu esperei pela entrada, mas ele teve outros planos. Sua mão veio de baixo, encontrando meu clitóris com precisão cirúrgica. Ele roçou, esfregou, pressionou. Eu gritei no travesseiro.
Beatriz se ajoelhou na minha frente, abrindo as pernas sobre o meu rosto. O cheiro dela era doce, excitante. Eu levantei a cabeça e a lambi, sentindo o gosto salgado e a textura úmida da vulva dela.
Foi uma sinfonia de sentidos. Enquanto eu sugava o clitóris de Beatriz, Pedro introduziu dois dedos dentro de mim, curvando os para encontrar o ponto. Eu arquei as costas, perdendo o fôlego. O ritmo era intenso. A sala girava. Eu estava presa entre dois corpos, duas vontades, prazer duplicado.
Pedro não aguentou mais. Ele pegou meu quadril e me puxou para trás. Eu continuei lambendo Beatriz enquanto ele entrava em mim com um golpe forte. O pênis dele me preencheu, esticando as paredes vaginais. O ar saiu dos meus pulmões.
Ele começou a transar com força, batendo as coxas nas minhas. Cada empurrão me fazia morder o interior da coxa de Beatriz.
Ela gemia, segurando minha cabeça, roçando a bacia na minha boca. A experiência era imersiva. Eu me senti usada e adorada. Pedro segurava meu cabelo, puxando minha cabeça para trás. Eu olhei para ele, os olhos vidrados. Ele suava, o rosto contorcido em pranimal.
Vamos trocar, disse ele, saindo de mim.
A troca foi rápida. Pedro deitou-se de costas. Beatriz montou nele, encaixando o pênis dela com um suspiro alto. Eu fiquei em cima do rosto dele, deixando ele me chupar. A vista da minha amiga saltando no homem, os seios balançando, era pornográfica e real.
Eu apertava meus seios, torcendo os mamilos duros. A tensão subia como uma cortina no final do espetáculo.
O orgasmo veio juntos. Pedro grunhiu, ejacularando dentro de Beatriz. Ela gritou, o corpo tremendo. Eu me masturbei enquanto ele sugava meu clitóris, atingindo o clímax segundos depois, gemendo alto e livre. Caímos na cama, os três corpos entrelaçados, suados e ofegantes. O Oscar brilhava sozinho na mesa.
Conto erótico: Eu pedi para ele gozar fora, mas não aguentou
Conto erótico: Ele colocou a máscara do Deadpool e virou o meu herói safadoConto erótico enviado por Ricardo e Clara
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