Conto erótico: Ele disse que era o capetinha do futebol, mas era bola fora na cama

Conto erótico: Ele disse que era o capetinha do futebol, mas era bola fora na cama

A festa no apartamento estava no auge. O som da batida eletrônica tremia as janelas, mas meu interesse estava em outro lugar. Bruno estava na varanda, segurando uma lata de cerveja como se fosse um troféu. A camisa do time local colava no peito suado, destacando os bíceps que ele tanto exibia.

Era aquele arquétipo do macho alfa, o garoto de ouro que driblava qualquer defesa em campo. Todos diziam que ele era o capetinha do futebol, imprevisível e letal. Eu precisava saber se essa habilidade com a bola se traduzia em outras áreas.

Peguei mais duas bebidas e caminhei até ele. O ar lá fora estava fresco, mas a tensão entre nós esquentou rapidamente. Me encostei na grade, deixando a saia curta subir um pouco. Ele notou, claro. O olhar dele viajou pelas minhas pernas, voltando ao meu rosto com um sorriso malandro.

Você joga bem, Bruno, disse eu, aproximando me. Mas será que você dribla fora de campo?

Ele riu, aquele som arrogante que tanto irritava e excitava. Ele me puxou pela cintura, me colando contra o corpo duro. O cheiro de suor e álcool era embriagador.

Menina, eu sou craque em tudo que faço. Ninguém me toma a bola.

A provocação foi o convite. Eu o levei para dentro do quarto de hóspedes, trancando a porta para calar a festa. Ele me empurrou contra a parede com força, beijando-me com fome. A língua dele invadiu minha boca, ávida e desajeitada. Era voraz, mas sem técnica.

Havia pressa, uma ansiedade típica de quem quer mostrar serviço antes da hora. Tirei a camisa dele. O corpo era realmente escultural, definido por horas no treino. Passei as mãos pelos ombros largos, descendo pelo peito peludo.

Ele desabotoou minha blusa com dedos trêmulos, derrubando um botão no chão. Não teve paciência para o zíper da saia, simplesmente a puxou para cima. Eu ri baixinho, ajudando-o a se livrar da roupa. Quando ficamos nus, a empolgação dele era visível.

O pênis estava ereto, mas seus olhos traíam uma insegurança que ele tentava disfarçar com ousadia.

Deitou-me na cama e subiu em cima. A tentativa de penetração foi brusca. Ele tentou entrar a seco, sem preparo. O machucado foi instantâneo. Pus a mão no peito dele, segurando o avanço.

Calma, craque. Precisa aquecer antes do jogo, sussurrei.

Ele parou, frustrado. Eu guiei a mão dele para minha vulva, já molhada, mostrando onde tocar. Ele tocou com força excessiva, roçando o clitóris como se estivesse esfregando uma mancha difícil de sair. Era desajeitado, desprovido de ritmo.

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Eu gemia mais por encorajamento do que por prazer. Enquanto ele mexia os dedos desordenadamente, percebi que a lenda do capetinha era apenas marketing.

Agora, disse eu, pegando o preservativo na mesa de cabeceira e colocando para ele.

Ele vestiu rápido. Tentou entrar novamente. Eu lubrifiquei a entrada com minha própria saliva, ajudando na passagem. Ele encaixou, mas o movimento foi puramente mecânico. Ele chutava como se fosse uma bola, sem leitura de jogo, sem entender o espaço.

O movimento era de vai e vem, monótono e superficial. Não havia conexão, apenas a busca frenética pelo gol.

Falta, Bruno. Falta, gritei, tentando mudar o ângulo.

Ele parou, confuso. O suor escorria pela testa, caindo nos meus seios. Eu o puxei para baixo, beijando-o para acalmar a frustração dele. Virei a situação, montando nele. Assumi o controle. Guiei o pênis para dentro de mim, sentindo a profundidade que ele ignorava.

Comecei a me mover, rolando o quadril, usando a técnica que ele não tinha.

Ele olhava para mim, boquiaberto, sentindo o prazer aumentar com meu ritmo. Seus mãos seguraram minhas coxas, mas era eu quem dava as cartas. A balançadeira ficou intensa. Ele começou a gemer, perdendo o ar.

O goleiro dele vazou. Ele ejaculou rápido, grunhindo como um animal, enquanto eu ainda buscava meu próprio clímax.

Fiquei parada por um segundo, olhando para o rosto relaxado dele. O capetinha tinha se aposentado no intervalo. Desmontei, deitei ao lado.

Gol dele, comemorou, ofegante.

Gol de placa, mas o jogo ainda continua, menti, cobrindo-nos com o lençol.

Conto erótico enviado por Lucas e Fernanda

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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